sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Oracle revela pacote para computação em nuvem
O presidente-executivo da companhia, Larry Ellison, abriu a conferência anual da Oracle no domingo revelando o Exalogic, equipamento que combina tecnologia de servidor, armazenagem de dados e rede com software da empresa.
A Oracle compete com a gigante europeia SAP e com a IBM nos mercados de software e produtos de bancos de dados.
domingo, 26 de abril de 2009
Oracle's Acquisition of Sun Could Change Java's Course
If Oracle owns the Java trademark and controls the Java Community Process, it could strategically secure Java and gain control over its future direction. But the Java community's reaction to its ownership is critical.
News Analysis
On 20 April 2009, Sun Microsystems and Oracle announced that they have entered into an agreement under which Oracle will acquire Sun in a deal valued at approximately $7.4 billion, or $9.50 per share. Oracle says it expects the transaction to close by Summer 2009, subject to shareholder and regulatory approval.
Java is among the most valuable assets at stake in Oracle's proposed acquisition of Sun. Gartner believes that control of Java was one of the main drivers behind the deal.
The term "Java" encompasses several elements. The core Java technology is almost entirely composed of open-source code, but Sun retains control of the Java trademark and plays an influential role in coordinating the Java Community Process (JCP) — the open process by which Java standards are proposed and evolve. Oracle is one of the main suppliers of Java-based application infrastructure middleware. Oracle CEO Larry Ellison has said his company's Java-based Oracle Fusion Middleware is the fastest-growing part of its business. Java software embedded into consumer devices, such as PDAs, mobile phones, set-top boxes, media players and other electronic gadgets, represents the most directly profitable part of Sun's Java portfolio, giving Oracle entry into a new, lucrative market. (As an example, approximately 80% of the 960 million mobile devices shipped in 2008 embed the Java Platform, Micro Edition.) Nevertheless, Gartner believes Oracle's interest in controlling Java is primarily motivated by defensive reasons, to prevent Java from falling into the hands of competitors (such as IBM) or of companies that are mainly focused on Sun's hardware business and have little interest in Java technology. If Oracle owns the Java trademark and controls the JCP, it will be able to strategically secure Java and gain control over its future direction.
But ownership of Java will require some diplomacy on Oracle's part. If Oracle makes over Java into a proprietary technology or dramatically increases the cost of Java licenses, it risks limiting Java's popularity and profitability. IBM, SAP and Nokia have never perceived Sun as a threat to their business in the enterprise software and mobile markets comparable to the threat potentially represented by Oracle.
Oracle has been a "good citizen" in the Java community so far, but if IBM, SAP, Nokia and other important Java industry participants believed that Oracle had "hijacked" Java, they would strive to reduce their dependency on a technology controlled by a major competitor. Heavily invested in Java, these companies could not afford to suddenly drop their support for it due to the large number of their customers using Java-based products and the lack of readily available alternatives. Instead, vendors may be tempted to develop their own Java-compatible technologies. (The open-source core Java technology makes this technically possible.) Such disparate development efforts would fragment the Java language into two or more Java dialects or subdialects. (For example, the market could break down into the "true" Oracle Java, IBM's derivative, an SAP variant and possibly "open source" variants.) Such fragmentation would be catastrophic for Java as well as for Oracle, dramatically devaluating its acquisition.
Oracle is likely to take aggressive steps to reassure the industry that it will maintain and possibly reinforce the open nature of the JCP and Java. The IT industry values Java for its vendor-neutral and open qualities. For 15 years, users and independent software vendors have invested in Java and facilitated its adoption due largely to the portability of Java applications across hardware platforms, operating systems, database management systems and other systems. Should Java technology fragment, or should Oracle be perceived as "locking in" Java to a proprietary technology, the IT industry is likely to lose its enthusiasm for Java and seek alternatives — with Microsoft as the most obvious option.
Recommendations
Java users: No immediate action is required. Gartner believes Java technology will remain viable through 2014 and that strategic investments based on it remain safe. Over time, however, monitor Oracle’s plans for Java and discuss with your Java technology providers what your strategic option would be, if Oracle were to overcontrol the JCP.
Non-Java users: Though the balance of power remains unchanged for now, until Oracle shares its post-acquisition plans for Java, consider evaluating potential alternatives to Java, such as Microsoft’s .NET or Dynamic Languages (such as Python, PHP and Ruby on Rails) when practical.
Java technology providers: Establish a dialogue with Oracle to ensure that the company understands your requirements for the management of the JCP, technology licensing and other Java-related matters.
Recommended Reading
“Oracle/Sun Deal Will Change Competitive Landscape in IT” — If completed, the acquisition of Sun could make Oracle a powerhouse vendor in both hardware and software, rivaling IBM and HP. By Kenneth Chin, George Weiss, Donald Feinberg and Massimo Pezzini
"Java EE Is Not the Next CORBA” — Some industry watchers predicted the decline of Java after the release of Java EE in 2006 because of the platform's growing complexity, but Gartner disagreed and stated its viability was rock solid. By Massimo Pezzini
(You may need to sign in or be a Gartner client to access the documents referenced in this First Take.)
Source: Gartner Institute
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Conheça as últimas 23 aquisições da Oracle
Março / 2007 – Oracle compra a fabricante de soluções de business intelligence Hyperion Solutions por 3,3 bilhões de dólares. O presidente da Oracle, Charles Phillips, disse que a aquisição era a continuidade dos esforços da companhia em direção à oferta de produtos para os clientes da SAP, uma estratégia que vinha desde as compras da PeopleSoft e da Siebel.
Março / 2007 – Oracle compra a Tangosol, provedora de software de acesso a dados de memória interna de grid, um produto focado na melhoria do desempenho dos aplicativos da companhia – ele proveria o rápido acesso a dados usados com mais freqüência.
Abril / 2007 – Oracle compra a propriedade intelectual dos bens da AppForge, companhia detentora de uma plataforma para aplicativos móveis e desenvolvimento desses aplicativos. A Oracle não comprou a empresa em si, mas disse que a propriedade intelectual da AppForge lhe ajudaria a desenvolver mini-aplicativos que poderiam ser utilizados em dispositivos portáteis rodando Palm, Symbian, Windows Móbile 5 ou o Blackberry.
Abril / 2007 – Oracle compra a Lodestar Corporation, provedora de produtos de energia e gerenciamento de dados para a indústria de utilities. A estratégia da Oracle para essa indústria, marcada pela compra da SPS WorldGroup, inclui produtos para gerenciamento de dados, load profiling, precificação, marketing, vendas, atendimento a clientes, cobrança e gerenciamento de redes.
Maio / 2007 – Oracle compra a Agile Software, fornecedora de solução para o gerenciamento do ciclo de vida de produtos, por 495 milhões de dólares. Entre os clientes da Agile estavam Johnson & Johnson, Lockheed Martin, McDonald’s, Qualcomm e Shell.
Setembro / 2007 – Oracle compra a Netsure Telecom Limited, que fabrica software para inteligência, análise e segurança de redes. Os produtos da Netsure são vendidos a provedores de serviços de comunicações, como a Vodafone, Cable & Wireless e Eircom.
Setembro / 2007 – Oracle compra a Bridgestream, fabricante de software para o chamado role management, que é o componente-chave para o gerenciamento de identidade. A Oracle disse que acrescentaria as capacidades do Bridgestream à sua suíte de produtos de gerenciamento de acesso e identidade.
Outubro / 2007 – Oracle compra a LogicalApps, fabricante de produtos para automação de governança, riscos e compliance, que ajudam a assegurar a segregação apropriada dos aplicativos corporativos, reduzir fraudes e prover evidências de controles apropriados. A Oracle disse que acrescentaria recursos que garantissem a adoção de políticas em tempo real para processos de negócios críticos à sua suíte de produtos de governança, riscos e compliance.
Outubro / 2007 – Oracle compra a Interlace Systems, fabricante de software de gerenciamento de desempenho corporativo, que ajuda a ajustar os processos funcionais para atender a demandas operacionais estratégicas para o negócio. A Oracle disse que integraria a tecnologia da Interlace ao seu próprio sistema de gestão de desempenho corporativo, que é um dos componentes do Oracle Fusion Middleware.
Dezembro / 2007 – Oracle compra a Moniforce, que desenvolve software para o monitoramento da disponibilidade e desempenho de aplicativos de internet. A Oracle disse que a compra fortaleceria suas ferramentas de detecção e solução de problemas em aplicativos no nível do usuário final.
Janeiro / 2008 - Oracle anuncia a compra da BEA Systems e sua tecnologia de middleware por 8,5 bilhões de dólares. A tecnologia seria um componente-chave para as áreas de TI que estejam migrando para SOA. A Oracle disse que os produtos da BEA irão “ampliar e aprimorar expressivamente” o seu middleware Fusion.
Janeiro / 2008 – aquisição da Captovation, que desenvolvia soluções para captura de documentos e conteúdo em aplicativos críticos e processos.
Março / 2008 – a Oracle adquire a suíte de produtos e-TEST, da Empirix.
Maio / 2008 – aquisição da AdminServer, provedora de software para administração de políticas de seguro.
Junho / 2008 – compra da Skywire Software, também especializada no setor de seguros, só que com aplicativos de gerenciamento de documentos.
Julho / 2008 – a Oracle compra a Global Knowledge Software LLC, divisão da Global Knowledge especializada no desenvolvimento de software para automação de treinamento.
Setembro / 2008 – compra da ClearApp, desenvolvedora de soluções para gerenciamento de aplicativos.
Outubro / 2008 – aquisição da Ruleburst Holdings Lt., matriz da Haleu Limited, especializada no desenvolvimento de software para automação e modelagem de políticas para setores regulamentados, como setor público, serviços financeiros e seguros.
Outubro / 2008 – compra da Advanced Visual Technology (AVT), desenvolvedora de software de planejamento espacial 3D.
Outubro / 2008 – aquisição da Primavera Software, desenvolvedora de soluções de PPM (Project Portfolio Management) para setores com uso intensivo de projetos.
Novembro / 2008 – compra dos ativos intelectuais da Tacit Software, além da contratação de todos os seus engenheiros.
Fevereiro / 2009 – anuncia a aquisição da Valent, fornecedora da soluções para gerenciamento de configuração de aplicativos.
Março / 2009 – a Oracle compra a Relsys, fornecedora de aplicativos para análise e gerenciamento de riscos com foco na indústria farmacêutica.
A seguir você verá como fica a Microsoft nesse cenário!
Fonte: CW
