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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Conheça as últimas 23 aquisições da Oracle

A compra da Sun pela Oracle é nada menos do que a 24ª aquisição da companhia de Larry Ellison desde janeiro de 2007. Confira abaixo cada uma das compras:

Março / 2007 – Oracle compra a fabricante de soluções de business intelligence Hyperion Solutions por 3,3 bilhões de dólares. O presidente da Oracle, Charles Phillips, disse que a aquisição era a continuidade dos esforços da companhia em direção à oferta de produtos para os clientes da SAP, uma estratégia que vinha desde as compras da PeopleSoft e da Siebel.

Março / 2007 – Oracle compra a Tangosol, provedora de software de acesso a dados de memória interna de grid, um produto focado na melhoria do desempenho dos aplicativos da companhia – ele proveria o rápido acesso a dados usados com mais freqüência.

Abril / 2007 – Oracle compra a propriedade intelectual dos bens da AppForge, companhia detentora de uma plataforma para aplicativos móveis e desenvolvimento desses aplicativos. A Oracle não comprou a empresa em si, mas disse que a propriedade intelectual da AppForge lhe ajudaria a desenvolver mini-aplicativos que poderiam ser utilizados em dispositivos portáteis rodando Palm, Symbian, Windows Móbile 5 ou o Blackberry.

Abril / 2007 – Oracle compra a Lodestar Corporation, provedora de produtos de energia e gerenciamento de dados para a indústria de utilities. A estratégia da Oracle para essa indústria, marcada pela compra da SPS WorldGroup, inclui produtos para gerenciamento de dados, load profiling, precificação, marketing, vendas, atendimento a clientes, cobrança e gerenciamento de redes.

Maio / 2007 – Oracle compra a Agile Software, fornecedora de solução para o gerenciamento do ciclo de vida de produtos, por 495 milhões de dólares. Entre os clientes da Agile estavam Johnson & Johnson, Lockheed Martin, McDonald’s, Qualcomm e Shell.

Setembro / 2007 – Oracle compra a Netsure Telecom Limited, que fabrica software para inteligência, análise e segurança de redes. Os produtos da Netsure são vendidos a provedores de serviços de comunicações, como a Vodafone, Cable & Wireless e Eircom.

Setembro / 2007 – Oracle compra a Bridgestream, fabricante de software para o chamado role management, que é o componente-chave para o gerenciamento de identidade. A Oracle disse que acrescentaria as capacidades do Bridgestream à sua suíte de produtos de gerenciamento de acesso e identidade.

Outubro / 2007 – Oracle compra a LogicalApps, fabricante de produtos para automação de governança, riscos e compliance, que ajudam a assegurar a segregação apropriada dos aplicativos corporativos, reduzir fraudes e prover evidências de controles apropriados. A Oracle disse que acrescentaria recursos que garantissem a adoção de políticas em tempo real para processos de negócios críticos à sua suíte de produtos de governança, riscos e compliance.

Outubro / 2007 – Oracle compra a Interlace Systems, fabricante de software de gerenciamento de desempenho corporativo, que ajuda a ajustar os processos funcionais para atender a demandas operacionais estratégicas para o negócio. A Oracle disse que integraria a tecnologia da Interlace ao seu próprio sistema de gestão de desempenho corporativo, que é um dos componentes do Oracle Fusion Middleware.

Dezembro / 2007 – Oracle compra a Moniforce, que desenvolve software para o monitoramento da disponibilidade e desempenho de aplicativos de internet. A Oracle disse que a compra fortaleceria suas ferramentas de detecção e solução de problemas em aplicativos no nível do usuário final.

Janeiro / 2008 - Oracle anuncia a compra da BEA Systems e sua tecnologia de middleware por 8,5 bilhões de dólares. A tecnologia seria um componente-chave para as áreas de TI que estejam migrando para SOA. A Oracle disse que os produtos da BEA irão “ampliar e aprimorar expressivamente” o seu middleware Fusion.

Janeiro / 2008 – aquisição da Captovation, que desenvolvia soluções para captura de documentos e conteúdo em aplicativos críticos e processos.

Março / 2008 – a Oracle adquire a suíte de produtos e-TEST, da Empirix.

Maio / 2008 – aquisição da AdminServer, provedora de software para administração de políticas de seguro.

Junho / 2008 – compra da Skywire Software, também especializada no setor de seguros, só que com aplicativos de gerenciamento de documentos.

Julho / 2008 – a Oracle compra a Global Knowledge Software LLC, divisão da Global Knowledge especializada no desenvolvimento de software para automação de treinamento.

Setembro / 2008 – compra da ClearApp, desenvolvedora de soluções para gerenciamento de aplicativos.

Outubro / 2008 – aquisição da Ruleburst Holdings Lt., matriz da Haleu Limited, especializada no desenvolvimento de software para automação e modelagem de políticas para setores regulamentados, como setor público, serviços financeiros e seguros.

Outubro / 2008 – compra da Advanced Visual Technology (AVT), desenvolvedora de software de planejamento espacial 3D.

Outubro / 2008 – aquisição da Primavera Software, desenvolvedora de soluções de PPM (Project Portfolio Management) para setores com uso intensivo de projetos.

Novembro / 2008 – compra dos ativos intelectuais da Tacit Software, além da contratação de todos os seus engenheiros.

Fevereiro / 2009 – anuncia a aquisição da Valent, fornecedora da soluções para gerenciamento de configuração de aplicativos.

Março / 2009 – a Oracle compra a Relsys, fornecedora de aplicativos para análise e gerenciamento de riscos com foco na indústria farmacêutica.



A seguir você verá como fica a Microsoft nesse cenário!


Fonte: CW

domingo, 16 de novembro de 2008

Cases de Sucesso de Empresas que optaram por Arquiteturas Orientadas por Serviço (SOA)

1. Comcast
Uma das maiores (se não a maior) operadora de TV a cabo dos EUA. Eis a sua abordagem:
Se preocuparam inicialmente com a arquitetura e não em comprar ESB
Depois de desenvolver a arquitetura, o foco foi o framework de governança para implementação e gestão dos novos serviços
Direcionou os esforços iniciais de SOA para o legado (e.g. billing)
Tempo de maturação do projeto: 18 meses
Lições aprendidas: “…a Comcast deveria ter desenvolvido um modelo de serviço de dados comum depois de definir a arquitetura. Sem serviços de dados padrões para acessar informação corporativa e gerenciar interações entre sistemas, os desenvolvedores acabaram projetando seus serviços para executar o trabalho de diferentes maneiras, o que gerou inconsistências, quebrando a promessa de SOA de possibilitar um mix fácil de componentes de serviços“


2. Leapfrog
Uma das mais conhecidas fabricantes de brinquedos educativos.
Cenário: vários sistemas e soluções em Java 5 e 6, C# da Microsoft e web services com diversas bibliotecas de terceiros
Objetivo: maior reutilização de código, desenvolvimento mais veloz e integração mais fácil; mas a empresa não queria limitar a iniciativa SOA a uma mudança da guarda de ferramentas de desenvolvimento e plataformas de integração
Abordagem: POJO, ESB Open-source (Mule), utilização de 2 (dois) ESBs - um para gerenciar fluxo de dados e outro para aplicações Web (Portal do cliente)
Por que o Mule? “…porque sua única tarefa é gerenciar mensagem. Todos os fornecedores comerciais queriam nos vender um pacote completo de produtos. Mas o ponto principal de SOA é passar de um sistema fechado para outro’…“, afirma o diretor de infraestrutura de sistemas


3. United Airlines
Grande empresa aérea dos EUA, companhias aéreas, assim como empresas de Telecom, de Finanças etc, tem muitas tarefas baseadas em eventos. É neste ponto que entra a EDA (Event-driven Architecture).
Histórico: a United investiu há tempos em EDA, usando o WebSphere da IBM como barramento de mensagem por sete anos. Em 2006, deu início a uma implementação SOA para lidar com os web services modernos usados no web site United.com.
Precisa conviver com estes 2 ambientes (EDA e SOA)
Desafio: projetar e implementar serviços em uma empresa que tem duas arquiteturas e necessita de ambas
Problemas que tiveram com ESB: “ESBs não utilizam padrões fora dos padrões de web services”, afirma o gerente de middleware da United
Por que o ESB é tão importante? a United “...valoriza o uso de ESBs para SOA e EDA porque eles lidam com mensagem, transformações de dados e outras tarefas críticas de roteamento de dados….“
Experiência com EDA+SOA: falta de esquemas XML padrões para EDA, fazendo com que a transferência de mensagens entre serviços EDA e SOA seja mais complexa e demande mais pessoal.


4. Thomson Financial
Empresa de serviços de informações financeira (também uma das maiores do mundo).
Lições aprendidas: “…Um grande número de empresas aprecia o conceito de SOA porque ele promete acelerar o desenvolvimento. Mas alguns desenvolvedores descobriram que um elemento-chave da governança de serviço, na realidade, pode retardar o desenvolvimento, roubando a velocidade prometida. “
Serviços: muitos (milhares) com om alta granularidade, baixa granularidade — com tudo que pode haver entre os dois — e uma equipe de arquitetura pequena
Solução: recorrer à automação utilizando ferramentas de avaliação de políticas da WebLayers. “As ferramentas são mais eficientes e não deixam passar violações”, diz o VP de serviços de gerenciamento de produto


5. Jabil
A Jabil é uma grande empresa de manufatura (monta circuitos, impressoras, computadores etc).
Desafio: integração do cliente – por exemplo, sistemas de billing, previsão e entrada de pedidos e os muitos sistemas utilizados por seus clientes; é muito difícil gerenciar toda esta comunicação ponto-a-ponto à medida que a base de clientes cresce e evolui os próprios sistemas
Arquitetura anterior: baseada em “hubs” de integração para trocar informações com seus mais de 5.000 parceiros. Resultado: muita dificuldade para manter manualmente todas as interfaces
Solução: adotou princípios SOA para substituir a maioria destas conexões personalizadas por conexões baseadas em serviços que possibilitam a reutilização de funções comuns
Produto/Abordagem de implantação: Ao invés de usar um ESB para gerenciar mensagens, um registro para gerenciar o repositório de serviços ou um ambiente de desenvolvimento orientado a SOA para desenvolver os serviços, a Jabil emprega o Gentran Integration Suite da Sterling Commerce para as três finalidades. O pacote é projetado para interações do supply-chain.