Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Cópias do Office 2010 vazam em sites de compartilhamento de arquivos

A nova versão do Office 2010, pacote de produtividade da Microsoft que foi lançado nesta segunda-feira (13/7) já tem sido distribuída em sites de compartilhamento de arquivos na internet.
Em uma pesquisa feita no domingo (12/7), diversos sites de torrent, incluindo o buscador Mininova.org, oferecem a versão 14.0.4302.1000 do Office 2010, tanto nas edições de 32 bits como de 64 bits.
Na madrugada desta segunda-feira, sites de compartilhamento contavam 30 usuários oferecendo cópias do Office 2010 e 400 fazendo o download de partes do programa. Cerca de 1.200 cópias foram baixadas.
O Office 2010 já vazou na internet em maio, uma semana antes do anúncio de uma versão técnica prévia do pacote pela Microsoft. A versão final do produto está prevista para a primeira metade de 2010.
De acordo com diversas fontes e sites de tecnologia, a Microsoft lançou a versão do Office 2010 a um grupo restrito de convidados nesta segunda-feira durante o evento Worldwide Partner Conference (WPC), em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Além disso, a empresa deve apresentar uma versão do Office Web - pacote de produtividade mais leve com versões online dos programas Word, Excel, PowerPoint e OneNote - para concorrer com o Google Apps.
A versão do Office 2010 será oferecida somente a convidados. O anúncio antecede o lançamento da versão beta do pacote, que será distribuída no final do ano.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Google lança recurso que filtra imagens por direitos autorais

O Google lançou na quinta-feira (9/7) um recurso em seu buscador que permite aos usuários pesquisarem por imagens de acordo com seus direitos autorais.
O filtro pode encontrar imagens que têm tags para as diversas licenças de uso do sistema Creative Commons, GNU Free Documentation e as que são de domínio público.
Para usar o recurso, os internautas devem usar a pesquisa avançada de imagens do Google. Sob a opção “Usage rights”, é possível selecionar qual tipo de licença o usuário busca, restringindo os resultados à sua escolha.
As opções incluem tags para reutilização – comercial ou não – e reutilização que permite modificações no arquivo original.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Opera estreia serviço de compartilhamento


Opera estreia serviço de compartilhamento


A Opera Software apresentou uma nova ferramenta grátis que permite o compartilhamento de conteúdo entre quaisquer internautas.

A novidade, que segundo a companhia "reinventará a web", é parte do navegador Opera. Por meio do novo serviço ferramenta, é possível tranferir imagens, arquivos ou música diretamente de um computador pessoal para outro, sem a necessidade de servidores de armazenamento intermediários.

Tecnologias semelhantes estão disponíveis para internautas experientes, mas exigem o download de um software separado, são pagas ou demoram para carregar o conteúdo.

"Acreditamos que isso é a revolução da internet. Esta é um tecnologia que expande as fronteiras dos serviços online e vai evoluir nos próximos cinco anos", declarou Phillip Gronvold, analista de produto da Opera.

"Esperamos que esse serviço nos ajude a ampliar nossa base de usuários a partir de desktops", Gronvold acrescentou.

Fonte: Info Online

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Google lança banco de dados para rivalizar com Oracle, IBM e Microsoft

Fusion Tables é banco de dados online com nova tecnologia que uniformiza diversos tipos de dados e promete economia àsempresas.

O Google lançou silenciosamente, na terça-feira (9/6), um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.

A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing<http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/15/saiba-quais-dados-voce-pode-levar-para-a-cloud-computing/>,simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.
“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o anúncio do Google<http://googleresearch.blogspot.com/2009/06/google-fusion-tables.html>.

O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.

O esquema de 'espaço de dados' tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços paratorná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.

Os 'espaços de dados' preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.

A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta‘dimensão’ de atualizações em tempo real.

“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”

O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.

Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/06/12/google-lanca-base-de-dados-para-rivalizar-com-oracle-ibm-e-microsoft/

Sábado, 30 de Maio de 2009

Site lista 10 lançamentos mais frustrantes da década

O site 24/7WallSt.com listou 10 lançamentos de tecnologia que, considera, foram as maiores frustrações da última década. A seleção inclui a Palm e o site de vídeos YouTube, assim como o player Zune da Microsoft e o HD-DVD, entre os gadgets e tecnologias que não fizeram o sucesso esperado. Para o site, são exemplos de diversos dos mais bem financiados e anunciados lançamentos de tecnologia na última década que terminaram em fracasso.

Para entrar na lista, explica o artigo, o produto ou companhia tinha que ser amplamente conhecido e disponível para o público, dirigido para um grande mercado global. Tecnologicamente igual ou superior aos competidores, também tinha que ter a possibilidade de render bilhões de dólares com base nas vendas de produtos similares ou concorrentes. Finalizando, precisaria não ter alcançado o potencial que seus criadores esperavam - e que o público e a imprensa foram levador a crer que era possível. Confira os dez itens.

1- Vista

O Microsoft Vista foi lançado mundialmente em 30 de janeiro de 2007, e era a mais recente geração do carro-chefe da maior empresa de software do mundo. Criado para aperfeiçoar a segurança do sistema operacional mais usado no mundo, suas funções não eram muito melhores que as das versões anteriores do Windows, diz a maioria das resenhas sobre o software. O Vista também não era compatível com diversos PCs mais antigos, o que limitou o número de usuários dispostos a fazer um upgrade da versão anterior, o XP. Muitos analistas disseram que o Vista também roda mais devagar no PC do que o XP. Estes e outros fatores fizeram com que o Vista não fosse visto como realmente melhor que seu predecessor. De acordo com a Net Applications, em abril o Vista rodava em 24% do mercado global de PCs e o Windows XP, 62%.

2- Gateway

A Gateway, fundada em 1985, foi uma das mais bem sucedidas companhias de PC nos Estados Unidos. Suas vendas quadruplicaram em 1990 e em 2004 era a terceira no mercado norte-americano, atrás da HP e da Dell, e tinha 25% do varejo de PCs. Mas três anos depois estava em tão má forma que a Acer pode comprá-la por US$ 710 milhões. O fracasso da Gateway pode ser creditado a diversos fatores, comçando pela relutância em entrar no negócio de laptops. Seus negócios em desktops eram fortes na primeira parte da década, mas ela não entrou em computadores portáteis com a velocidade dos concorrentes. Também demorou a entrar nas vendas de PCs para empresas. A Gateway tentou diversificar entrando no mercado de eletrônicos de consumo, mas os lucros foram pobres e a decisão apenas feriu ainda mais as margens da empresa.

3- HD-DVD

O HD-DVD era um dos dois formatos para os DVDs de alta definição, o outro era o Blu-ray. Defendido pela Toshiba e Nec foi lançado em 2006. Segundo analistas, a companhia gastou quase US$ 1 bilhão antes de abandoná-lo, em 2008. Há diversas razões para o HD-DVD ter perdido a batalha para o Blu-ray, da Sony. Uma das mais mais citadas é que a Sony fez um trabalho melhor convencendo os grandes estúdios de cinema (aliás, ela é dona de um dos maiores) a lançarem seus filmes em alta definição no formato Blu-ray. Para os analistas, o Blu-ray ganhou a briga ao conquistar o apoio da Warner Brothers.A Toshiba também tem diversas razões para explicar o fracasso do formato, e uma das mais citadas é que o negócio de downlad de vídeos baixou as vendas dos tocadores de DVD - mas isso deveria ter prejudicado igualmente o HD-DVD, diz o site. Não há análises definitivas sobre porque o Blu-ray sobreviveu e o HD-DVD, não. Mas, diz o site, uma coisa é certa. A Sony estava disposta a continuar investindo mesmo que o futuro dos discos de alta definição não estivesse assegurado - e este risco segue existindo, pois o Blu-ray ainda não é padrão nos sistemas de entretenimento doméstico.

4- Vonage

A Vonage pode ser considerada a avó da tecnologia de voz sobre IP (VoIP). Hoje, diz o site, está relegada a uma nota de rodapé no crescimento da indústria atualmente dominada por produtos de operadoras e serviços gratuitos como o Skype, que tinha 450 milhões de usuários registrados no final de 2008 e receita de US$ 551 milhões. A eBay, dona do Skype, planeja fazer oferta pública de ações da companhia no primeiro semestre de 2010. No primeiro trimestre deste ano, a Vonage foi teve lucro mínimo com receita de US$ 224 milhões, um achatamento se comparado ao mesmo período do ano anterior.Usando capital de risco, a Vonage anunciou agressivamente seus serviços como uma alternativa barata aos telefones padrão. E foi tão bem sucedida que levantou US$ 531 milhões com uma oferta pública de ações em maio de 2006, com preço de oferta de US$ 17. Sete meses depois, pressionada pela concorrência do cabo e ganhos pobres, valia US$ 1. A Vonage também enfrentou processos em função de patentes que lhe custaram dezenas de milhares de dólares. A Vonage não cresce; em contraste, a gigante dos cabos Comcast hoje tem 6,8 milhões de clientes VoIP e ganhou quase 300 mil no último trimestre.

5- YouTube

O YouTube é o maior site de compartilhamento de vídeo do mundo. De acordo com a ComScore, 99,7 milhões de usuários nos Estados Unidos viram 5,9 bilhões de vídeos no YouTube em março deste ano. O Google comprou o YouTube em novembro de 2006 por US$ 1,55 bilhão e há uma grande chance de que a companhia nunca venha a ter retorno deste investimento: o canal de vídeo não mostrou um modelo para ganhar dinheiro nem com venda de anúncios nem cobrando por conteúdo premium, mesmo que tenha imensa audiência e enorme quantidade de conteúdo. Grande parte dos vídeos postados tem tão pouca qualidade, diz o site, que os anunciantes se mostram relutantes em ligá-los às suas mensagens.O Google já disse que o lucro do YouTube "não é material". A Forbes estima que as vendas de 2008 do site foram de US$ 200 milhões. Bear Stearns coloca o lucro doméstico do YouTube em 2008 em US$ 90 milhões. Recentemente, o Credit Suisse estimou que o YouTube vai perder US$ 470 milhões este ano principalmente por causa do custo de armazenamento e largura de banda necessários. O The New York Times escreveu recentemente que "enquanto o YouTube, assim como outras marcas da nova mídia como MySpace, Facebook e Twitter, é visto como líder no desafio às companhias de mídia tradicionais, a empresa se esforça para lucrar com sua popularidade digital". Ou seja, diz o site, o YouTube é grande, mas isto não faz dele um sucesso.

6- Sirius e XM

O rádio via satélite Sirius XM supostamente seria um dos mais bem sucedidos dispositivos eletrônicos de consumo de todos os tempos. Inicialmente, o serviço foi planejado para não ter comerciais.O assinante poderia ouvir mais de cem estações de costa a costa ao volante de seu veículo ou usando uma versão portátil do dispositivo.Em setembro de 2001 a XM Satellite Radio lançou seu serviço. No fim do ano, tinha quase 28 mil assinantes, que passaram a 350 mil no final de 2002 e somavam 5,9 milhões no final de 2005. Neste período, a companhia acumulou centenas de milhares de dólares em débitos para cobrir despesas de capital, déficit operacional, de vendas e custos de marketing. Analistas imaginavam que ela seria altamente lucrativa assim que chegasse a mais de 10 milhões de assinantes. A rival da Sirius lançou seu serviço em julho de 2002. Nos cinco anos seguintes, teria um pouco menos de assinantes que a XM Satellite Radio, mas cresceria quase tão rápido quanto aquela. E a Sirius também se endividou para suportar as operações. Em fevereiro de 2007, rendendo pouco, as duas companhias anunciaram a fusão. A Comissão Federal de Comércio analisou o pedido por 13 meses, enquanto as companhias sangravam. O crescimento de assinantes estava em ritmo bem mais lento, principalmente por causa dos novos e mais populares dispositivos de entrentenimento como o iPod da Apple e celulares multimídia. No primeiro trimestre de 2009, o número de assinantes para os serviços combinados caiu para 400 mil ante os 18,6 milhões registrados no trimestre anterior. Nem a Sirius nem a XM renderam sequer dez centavos.

7- Zune

A Microsoft lançou seu tocador Zune em novembro de 2006, acreditado que poderia competir com o iPod da Apple, que estava no mercado desde 2001 e dominava os negócios de tocadores multimídia e download de músicas. A Apple já vendera mais de 100 milhões de iPods quando o Zune chegou ao mercado. A companhia de Bill Gates podia conseguir acordos de licenciamento com os quatro maiores selos musicais.As vendas foram terríveis nos nos primeiros meses após o lançamento. Segundo a Bloomberg Television, do lançamento até a metade de 2007, apenas 1,2 milhão de Zunes haviam sido vendidos. Em maio de 2008, a Microsoft anunciou ter vendido 2 milhões de unidades desde o lançamento. O The Wall Street Journal noticiou que o Zune rendeu US$ 85 milhões durante a temporada de festas de 2008 comparados aos US$ 185 milhões do mesmo período no ano anterior. O iPod rendeu, no último trimestre de 2008, US$ 3,37 bilhões. Na análise do site, a Microsoft, com acesso a especialistas em desenvolvimento de hardware como qualquer outra companhia e capital para suportar orçamentos maciços para lançar novos produtos, falhou completamente em sua tentativa de pegar parte do grande mercado do iPod.

8- Palm

A Palm produzia tanto um dispositivo portátil sem fio e um sistema operacional para dispositivos portáteis e desktops. Em 1996, lançou o Palm Pilot como um organizador pessoal. Em 1999, lançou o Palm V. O smartphone Palm Treo foi desenvolvido pela Handspring, que a Palm comprou. No penúltimo trimestre de 2007, a Palm vendeu 470 mil unidades do Treo, 160% acima do mesmo período no ano anterior.Neste ponto, três companhias dominavam o mercado de smartphones: Palm, Research in Motion - fabricante do Blackberry, e a Nokia. No penúltimo trimestre de 2007, as vendas do Treo tinham passado a 689 mil unidades, mas as do Blackberry chegaram a quase 3,2 milhões e o recentemente lançado iPhone da Apple vendeu mais de um milhão de unidades no mesmo período após seu lançamento em 29 de junho.A Palm, uma das pioneiras no mercado de smartphones, não foi capaz de continuar seu sucesso, diz o site. Alguns analistas apontam o fato de a Palm ter demorado para perceber que os consumidores queriam voz e dados sem fio no mesmo aparelho. A empresa também sofreu com atrasos em seus produtos. A companhia, diz o site, parece não ter conseguido traduzir sua liderança em um tipo de dispositivo para o outro.

9- Iridium

A companhia global de telefonia via satélite Iridium chegou à bancarrota em 1999, depois de gastar US$ 5 bilhões para construir e lançar sua infra-estrutura de satélites para oferecer serviço mundial de telefonia sem fio. Para funcionar apropriadamente, o sistema necessitava de 66 satélites. A criação deste enorme sistema ajudou a endividar a companhia, e o serviço angariou apenas 10 mil assinantes. Em parte, isso se deveu às dificuldades técnicas com os primeiros dispositivos. Segundo um estudo de caso da história da Iridium, feito pela Darthmour Tuck Business School em 1998, a companhia previa ter 500 mil assinantes no ano seguinte. Mas o serviço era caro para os assinantes e o negócio da telefonia celular tinha começado a tomar conta com infra-estrutura instalada na maior parte dos países desenvolvidos. O serviço de celular não estava globalmente distribuído mas era de longe mais barato.As dificuldades de tecnologia também tornaram o serviço da Iridium impopular: os assinantes não conseguiam usar o serviço dentro dos seus carros, em prédios e em muitas áreas urbanas.

10- Segway

O Segway foi lançado em 2002. "Ele será para o carro o que o carro foi para o cavalo", disse o chefe da companhia, que investiu cerca de US$ 100 milhões no desenvolvimento do veículo de trasporte pessoal de duas rodas no qual o usuário, de pé, controla o dispositivo também com o equilíbrio do próprio corpo. Mas a Segway não entendeu que o preço do seu "patinete eletrônico" - em torno de US$ 3 mil para a maioria dos modelos e de US$ 7 mil para outros - era muito alto para criar uma base massiva de consumidores. Outro grande imprevisto é que o Segway em alguns países foi classificado como um veículo de estrada e seu uso requer licença, enquanto em outros lugares é ilegal usá-lo em rodovias. De 2001 até o final de 2007, a companhia vendeu apenas 30 mil unidades do Segway.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Criador de Prison Break fala sobre o final da série em entrevista

“Prison Break” terminou, infelizmente, na última sexta-feira dia 15 de maio, depois de 4 anos de fugas e muita ação. A tristeza da maioria dos fãs, ficou por conta da morte de Michael. Outros por outro lado gostaram do fim trágico por achar que esse fim torna o season finale da série inesquecível e diferente de tudo.

Foram ao todo, até aqui, 81 episódios de uma série que vai deixar saudades. Prison Break chegou ao fim nesta 4º temporada no 22º Episódio “Killing Your Number”. A série é uma das mais baixadas na internet em todo mundo e teve grande divulgação quando redes públicas de tv passaram a exibi-la, como a Rede Globo no Brasil.

Veja a entrevista com o criador da série, Matt Olmstead:


Em que ponto, durante os quatro anos de fuga, você decidiu que Michael morreria no final?
Matt Olmstead: No começo dessa temporada, nós tivemos um debate sobre isso. Eu estava em NYPD Blue e eu cheguei na sexta temporada, que era a última participação de Jymmy Smits – e foi uma das melhores coisas da televisãode todos os tempos. Eles tiveram o pensamento de quando um personagem é tão amado, e você escreve um futuro seguro pra ele, os telespectadores vão te odiar, porque não vão ter a chance de ficar de luto. Então vamos mostrar logo que o personagem tem um problema de saúde. David, criador de NYPD Blue fez isso de forma brilhante com Jymmy, e eu sempre me lembrei disso. Então quando me encontrei com ele depois de um evento, nós nos perguntamos: “Michael vai sobreviver?”. De qualquer forma vamos colocar seu nariz sangrando no primeiro episódio. Dessa forma nós de certa forma sugerimos que existia alguma coisa, e isso também nos deu a oportunidade de algumas cenas – se nós quisessemos seguir por essa linha – onde Sara poderia ficar lamentando isso, Lincoln poderia ficar alerta, assim como os espectadores. Assim eles também tem a chance de lamentar a perda.



O que Wentworth Miller achou disso tudo?
No final as contas ele gostou. Eles ouviu rumores, e quando o script saiu, eu recebi um e-mail de comprimentos dele, porque ele viu o mérito disso. A idéia de Michael não sobreviver veio de uma conversa minha e dele na segunda temporada. Ele disse naquele momento que as mãos de Michael estavm tão sujas como qualquer outra, e isso foi algo que mostramos ao longo do caminho, o acúmulo da culpa. “Eu tirei meu irmão da prisão, o que incluiu morte de pessoas” – nem o ator, nem o personagem desprezavam ou ignoravam isso. Então a idéia do finale dele não conseguir e todo mundo conseguir foi o final certo para ele como ator. Um final com Michael e Sara rumo ao por do sol seria como um, “Hey, bom pra vocês pessoal”.


Mas a emissora lutou contra você sobre a morte, certo?
Estava dividido aqui, metade das pessoas queria ver Michal e Sara juntos, e a outra metade viu mérito em Michael não sobreviver. Assim que eles viram o script, eles concordaram de forma unilateral que essa era a coisa certa a se fazer.


Devemos notar que Michael está vivo no DVD que será lançado dia 21 de julho, “Prison Break: The Final Break”.
Certo. The Final Break se passa logo depois de todos serem exonerados, então nós voltamos no tempo e vemos Michael vivo.


Vamos falar sobre os retornos. Paul Adelstein previa seu telefonema? Eu sempre falei que Kellerman resurgiria algum dia.
Eu procurei ele ocasionalmente, e falei: “Um dia você vai receber um telefonema”. Ele sempre esteve entusiasmado sobre isso. Nós não sabíamos, obviamente, que história seria, mas nos queríamos guardá-la para o season finale.




Rockmund Dunbar (C-Note). Eu tive que imaginar, foi uma surpresa maior.
Eu acho que sim. Nós sabíamos que esse era o final, e quem nós, os roteiristas, queríamos de volta? Quem traria um impacto para os espectadores? Nós não queríamos trazê-lo de volta somente por trazer , nós queríamos trazê-lo para uma mudança na história.


Vocês chegaram a considerar trazer Patricia Wettig (Presidente Caroline Reynolds) de volta?
Não, não. Esse personagem estava acabado.

Não existia nenhuma das várias atrizes Maricruz disponíveis?
Nós pensamos nisso, mas o que realmente vimos era ela provavelmente segurando sua filha, ou falando uma linha. Não valia a pena – e eu duvido que a atriz ficaria interessada também.

Robert Knepper declarou que o destino do T-Bag era o melhor de todos.
Eu achei muito poético. Para nós,produtores, foi a combinação certa para as pessoas terem uma sobremesa, um doce surpresa e tragédia. As pessoas falavam que nós não podíamos deixar T-Bag solto, que nós não poderíamos fazer uma versão de Hannibal, porque isso colocaria uma marca negra no Michael, por ele ter solto esse monstro no mundo. E não poderíamos matá-lo porque seria irônico, já que ele foi tão amado pelo público. Então colocamos ele de volta aonde ele começou, mas com dor no coração. Ele ouve coisas sobre a Gate e desperta sua imaginação. Isso o faz lembrar o que ele quase teve.


Foi interessante a reviravolta romântica com Mahone.
Essa foi uma das surpresas. Aqui estava ele, mandando um cartão de aniversário para sua ex-mulher, agora que ele estava com sua ex-parceira do FBI, Felicia Lang. Nós disponibilizamos mais informações sobre isso no DVD The Final Break.


A última vez em que nos falamos, você disse que a remoção das tatuagens de Michael foi o seu momento de menos orgulho. Olhando para trás, na maneira que o show decorreu, do que você mais se orgulha?
A coisa que mais me orgulha é que a equipe de roteiristas foi praticamente a mesma durante esses quatro anos. Tem pessoas que estão lá desde o início, e ficaram até o fim (Zack Estrin, Nick Santora, Karyn Usher), e nós tivemos outros roteiristas que passaram de assistentes para a equipe (Seth Hoffman, Kalinda Vazquez, Christian Trokey)...Foi um grupo muito unido, e tudo era feito coletivamente, porque é como se faz uma série. Todo esboço foi apresentado como um grupo, cada roteiro foi apresentado como um grupo, todo corte foi assistido como um grupo,...Nós tinhamos que ver as pessoas envolvidas e ver as pessoas se envolver, florescer e se envolver, a como uma luxúria para mim, eu tive oito pessoas que eram boas rebatedoras. No início dessa temporada, nós estávamos em uma encruzilhada com a emissora e o estúdio - foi no pós-greve, um processo acelerado - sobre o que iríamos fazer, e todos entraram de cabeça e nós resolvemos



Existe algum número de audiência do season finale que faria a FOX exibir o “The Final Break”?
Eu realmente não sei. Eu nem sei se eles chegaram a vê-lo, já que estão super ocupados preparando os lançamentos do dia 18 de maio. Mas nós estamos realmente orgulhosos do DVD, e esperamos que isso aconteça.

Fim da série Prison Break

Chega ao fim uma das séries campeãs em downloads pela internet, após 4 temporadas de muito sucesso e genialidade.

A FOX só enviou um comunicado para a imprensa em relação ao final da série Prison Break."A série está terminando", diz Kevin Reilly, o presidente de entretenimento da FOX. "Prison Break teve um inferno astral com prazos para entrega dos episódios, mas no final tudo deu certo. Este será o último ano do show."

"'Prison Break' teve uma bela caminhada, mas a caminhada acabou. Esta será a última temporada da série", disse Kevin Reilly.

A queda de audiência já havia levantado as especulações de que essa poderia ser a última temporada da série, mas Kevin afirma que a decisão de terminar foi tomada por razões criativas.

Segundo ele, a história chegou a um ponto em que tudo já foi contado e que é melhor acabar enquanto "Prison Break" ainda está forte.

Prison Break acabou, mas ainda serão exibidos mais dois capítulos, entitulados de "Final Break". Só que estas duas horas a mais podem ser apresentadas como um filme para a TV, da mesma maneira que a emissora fez com o retorno de "24 Horas".

A maior fuga da televisão chega ao fim após quatro temporadas de muita tensão e vai deixar muitas saudades.