segunda-feira, 14 de março de 2011

Artigo publicado na IEEE SMC 2010

Large scale genetic identity inference using probabilistic model checking

Abstract
The identification of accident victims uses techniques such as visual recognition, fingerprint or dental records comparison. In case of disasters, however, where the number of victims is large, the use of these techniques becomes unfeasible, because they require the comparison of ante mortem with post mortem information, and it is often not possible to obtain the former one. An alternative to these traditional methods is DNA identification. It is an accurate method that requires the acquisition of DNA samples from victims and their relatives. After samples are sequenced, a Bayesian network can be constructed to determine the likelihood that the victim is indeed part of that family. While accurate, this process is computer intensive, and quickly becomes too expensive to perform as the number of victims grows. In the case of large accidents such as the 2004 Tsunami or the recent tragedies in Haiti, a complete identification of the victims using DNA comparison would take decades to perform. In this paper we propose the use of probabilistic model checking techniques to alleviate this problem. The model compares allele values between different individuals, verifying if these values are in accordance with Mendelian genetic law. If a Mendelian rule is violated, the victim cannot belong to that family. With our approach we are able to calculate the probability of someone belong to a family taking less than one minute. For comparison, determining the relationship between a single victim and its family using a Bayesian network takes about 5 minutes using an automated expert system. For 1,000 victims and families, about half a million networks would have to be computed, adding up to about 5 years of CPU time to reach the same result!

http://ieeexplore.ieee.org/articleSale/Sarticle.jsp?arnumber=5642416


Bibtex:
http://dblp.uni-trier.de/rec/bibtex/conf/smc/OliveiraGS10


Pedro Felipe (pedrofao@gmail.com)

This paper appears in: Systems Man and Cybernetics (SMC), 2010 IEEE International Conference on
Issue Date: 10-13 Oct. 2010

On page(s): 3508 - 3512
Location: Istanbul
ISSN: 1062-922X
Print ISBN: 978-1-4244-6586-6
INSPEC Accession Number: 11664922
Digital Object Identifier: 10.1109/ICSMC.2010.5642416
Date of Current Version: 22 Novembro 2010


All SMC 2010 Publications:

http://www.informatik.uni-trier.de/~ley/db/conf/smc/smc2010.html

domingo, 24 de outubro de 2010

61% das empresas brasileiras apostam em cloud computing

Alog investiu R$3 milhões e lança novo produto em nuvem, no qual a infraestrutura é entregue como serviço.
A Alog, empresa de data Center, anunciou preparação para o lançamento de um novo serviço em nuvem. Denominada de “Cloud Alog Corporativa”, a tecnologia consumiu investimentos de R$ 3 milhões.
A empresa traz ao mercado essa nova oferta onde infraestrutura é entregue como serviço (IaaS). "Diferente das clouds existentes no mercado, na Alog as empresas podem montar seu ambiente combinando recursos em servidores físicos e na cloud, e ainda contar com total integração de todo o portfólio de serviços da empresa", afirma o diretor de processos e produtos da Alog, Victor Arnaud.
Segundo ele, o objetivo é ajudar as companhias nacionais a adotarem as melhores práticas de TI, aproveitando todo o potencial da computação em nuvem, sem desconsiderar a sua infraestrutura de TI já existente. “Por isso, a segurança é um fator fundamental na Cloud Alog Corporativo onde o ambiente virtual do cliente é devidamente isolado e seguro dos outros ambientes e integrados quando necessário”, ressalta.
Clouds privadas já fazem parte da realidade de algumas empresas. A estimativa é que, nos próximos dois anos, os ambientes de TI utilizarão cada vez mais soluções baseadas em nuvem, privada ou compartilhada, compondo ambientes híbridos quando necessário.
De acordo com uma pesquisa da Frost & Sullivan sobre o uso de cloud computing, o segmento de grandes empresas deve ampliar os níveis de adoção de cloud computing no Brasil até 2012. A pesquisa ouviu 50 empresas brasileiras com faturamento superior a US$ 50 milhões. Segundo o estudo, 61% destas que planejam investir na nova tecnologia, pretendem adotar clouds privadas. "Acreditamos que as companhias do mercado investirão cada vez mais em serviços, em vez de equipamentos e software. Será uma grande mudança para o mercado", afirma Arnaud. Fonte: IP News

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Oracle revela pacote para computação em nuvem

A Oracle, terceira maior produtora de software do mundo, revelou no fim de semana um produto "tudo em um" para ajudar empresas a administrarem serviços de computação em nuvem.

O presidente-executivo da companhia, Larry Ellison, abriu a conferência anual da Oracle no domingo revelando o Exalogic, equipamento que combina tecnologia de servidor, armazenagem de dados e rede com software da empresa.

A Oracle compete com a gigante europeia SAP e com a IBM nos mercados de software e produtos de bancos de dados.

domingo, 9 de maio de 2010

Egito lança primeiro domínio na internet em árabe

Egito lança primeiro domínio na internet em árabe, diz o ministro das comunicações do Egito, que anunciou nesta quinta-feira o lançamento do primeiro domínio na internet utilizando caracteres árabes, buscando aumentar os serviços on-line e o número de usuários na mais populosa nação árabe.

"Lançar domínios em árabe é um marco na história da internet", afirmou o ministro Tarek Kamel, em nota.

"Este grande passo abrirá novos horizontes para serviços online no Egito. Isso aumentará o número de usuários no país e permitirá que os serviços via internet cheguem a novos segmentos de mercado por meio da eliminação de barreiras linguísticas."

O domínio.misr --que significa Egito, em árabe, e que será escrito em caracteres locais-- será registrado nos provedores de Internet TE Data, Vodafone Data e Link Registrar, segundo comunicado.
Analistas dizem que o conteúdo árabe responde por apenas 1% do total disponível na web.

Internet passa a ter endereços em outros alfabetos

A internet passou a aceitar nesta quinta-feira endereços totalmente compostos por caracteres de alfabetos não-latinos, de acordo com uma decisão "histórica" da agência que regulamenta a rede mundial de computadores, a Icann (Corporação da Internet para atribuição de Nomes e Números, na sigla em inglês).
Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos são alguns dos primeiros países a anunciar os chamados "códigos do país" no alfabeto arábico.
A mudança técnica implementada pela Icann também permitirá o uso de caracteres tailandês, chinês e tâmil. Mais de 20 países requisitaram aprovação de domínios nacionais à Icann.
Os domínios estariam "disponíveis para uso imediato", mas a organização admite que ainda deve levar algum tempo até que todos os alfabetos funcionem corretamente, embora isso tenha sido classificado como "formalidades".

A mudança foi classificada como "histórica" pelo presidente da Icann, Rod Beckstrom. A instituição trabalha há anos para implementar essa mudança. Anteriormente, os endereços de websites podiam utilizar alguns caracteres não-latinos, mas os códigos de países, como ".eg" para o Egito, tinham que ser escritos com caracteres latinos.
"Todos os domínios arábicos vão permitir a escrita completa dos nomes da direita para a esquerda", afirmou Kim Davies, também da Icann, em um blog.
Um dos primeiros sites a adotar o endereço completo em arábico foi o do ministério das Comunicações do Egito.
No entanto, países como China e Tailândia já tinham implementado mecanismos para driblar a dificuldade, permitindo que tudo fosse escrito no alfabeto local. Mas as soluções não eram aprovadas internacionalmente nem funcionavam em todos os computadores.
A Icann alertou nesta quinta-feira que os nomes de domínio internacionalizados (IDN, na sigla em inglês) tampouco devem funcionar em todos os computadores. Para isso, é preciso que o usuário tenha instalados os alfabetos em seu computador.

Teste: Ubuntu 10.04 gasta mais energia que o Windows 7

Como parte da cobertura do lançamento do novo Ubuntu 10.04 o site Phoronix mediu o consumo de energia de dois notebooks idênticos equipados com o sistema operacional, comparando-o com o Windows 7 rodando nas mesmas máquinas. E os resultados surpreendem, com o Ubuntu se mostrando notoriamente mais "fominha", em consumo de bateria, que o sistema da Microsoft.

As máquinas foram um netbook ASUS EeePC 1201N, com processador Atom e aceleradora NVIDIA GeForce 9400M (combinação conhecida como "Ion") e um notebook Intel Thinkpad T61 com um processador Intel Core 2 Duo T9300 e aceleradora 3D NVIDIA Quadro NVS 140M.

Rodando o Ubuntu, o consumo de energia do EeePC foi até 65% maior (33 Watts) do que a mesma máquina com o Windows 7 (20 Watts), em ambos os casos usando drivers de vídeo oficiais da NVIDIA. Já no Thinkpad a diferença foi menor, 14% com os drivers padrão de cada sistema operacional, e 9% com os drivers da NVIDIA. Em todos os testes, a medição de consumo foi feita com o sistema "parado", no desktop padrão, sem nenhum outro aplicativo em execução.

O site atribui a diferença à forma como o gerenciamento de energia é implementado nos drivers de vídeo no Linux, o que faria a GPU consumir muito mais do que o realmente necessário em dado momento.

Com HTML5, Microsoft lança versão prévia do Internet Explorer 9

A Microsoft lançou a primeira atualização para a versão prévia do Internet Explorer. O lançamento ocorreu nesta quinta-feira (6).

A nova versão traz algumas melhorias na velocidade, mais modelos de suporte e mais aceleração do browser, que é arquitetado a partir do padrão HTML5 (responsável pela organização e formatação das páginas de internet).

Para baixar o TestDrive, é preciso ter Windows Vista ou 7.
Ainda de acordo com o site, a principal melhoria do navegador --e ponto nevrálgico das versões anteriores-- é a velocidade, cuja medição é parelha com os navegadores mais velozes do mercado.

O IE9 é mais rápido, reproduz as páginas de acordo com os padrões, suporta HTML5 e vai ajudar a mover a internet adiante.