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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Help Me app for Android - A "must have" app

Help Me is an application than can save lives! Help Me allow send preconfigured SOS messages (SMS) with just one touch! It is possible to send messages of medical emergency or situations envolving police, fire-fighters or family care and associate to your contacts.

In the paid version (Help Me Full): It`s possible to send your location, helping urgent care.
Link for download: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.pedrofao.helpmefull 







Developed by: Pedro Felipe

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Lentidão põe em xeque a web móvel

Os mais de 2,2 milhões de brasileiros que usam modens 3G para acessar a internet passam hoje por uma encruzilhada tecnológica. Aquilo que era a promessa de internet em qualquer lugar e mobilidade completa tem deixado muitos consumidores desapontados, principalmente aqueles que viam na conexão pela rede de celular uma alternativa às restritas opções de serviços de banda larga fixa.
A insatisfação com as velocidades e com a qualidade dos serviços mostra que a demanda por internet móvel está evoluindo muito além do que a tecnologia e a infraestrutura de telecomunicações consegue acompanhar. Com as vendas de notebooks em alta (em 2008 foram vendidas 3,2 milhões de unidades), as pessoas passaram a querer usar internet 3G da mesma forma que usam banda larga fixa. E simplesmente não dá.
É por isso que a velocidade de conexão foi o pior atributo dos modens 3G em uma avaliação entre mais de 600 clientes pesquisados para um estudo sobre a internet móvel no Brasil, da consultoria YankeeGroup.
O advogado Alexandre Corrêa, de Osasco (SP), é um dos que se frustraram. Usuário há quase quatro meses, quando comprou um netbook e cancelou o plano de banda larga de casa, ele diz que a velocidade ficou em um nível adequado apenas no primeiro mês. “Só não me arrependi por completo porque o benefício de levar o notebook e acessar a internet em outros lugares ainda compensa.”
A situação dele é parecida à de outra cliente procurada pelo Link. Marta de Souza, de Guarulhos (SP), chegou a trocar de operadora para ver se a lentidão mudava, mas não teve sucesso. “Não vejo filmes, não baixo jogos, não faço download de nada; uso para ler e-mail, notícia e só; e não funciona. Tenho medo de trocar (de empresa) de novo e encontrar outro serviço que não dê conta”, afirma.
Analistas e especialistas em telecomunicações, porém, estão mais otimistas do que os usuários. De acordo com eles, as dificuldades são causadas porque houve um crescimento muito além do esperado e as redes das operadoras não estavam preparadas. Em um ano de crise, as empresas ainda não puderam investir tanto para acompanhar a expansão. Outra questão é a própria tecnologia de transmissão de dados pelas redes de celular, que tem problemas de todos os tipos: está sujeita à interferência e não comporta uma grande quantidade de tráfego de informação, como nas redes fixas, já consolidadas.
"O 3G não está propondo uma mobilidade estática (como no Wi-Fi). É uma mobilidade para trocar pacotes de dados mesmo em um carro. É uma rede complexa e a probabilidade de ter alguma interferência é muito grande”, explica Hélio Salles, diretor de mercado de telecomunicações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).
O problema é exatamente esse. Assistir a vídeos, baixar arquivos com centenas de megabytes, fazer ligação de voz já são hábitos comuns (e pesados). Como não é possível garantir nem uma velocidade de 1 megabit por segundo, nos casos mais otimistas, a impressão que o 3G passa é a de uma tecnologia nova que não dá conta do que as pessoas precisam.
"Até pela forma que foi divulgado, o modem 3G gerou uma expectativa alta no consumidor, que esperava uma banda larga como a de casa, e a conexão não suporta”, diz Vinicius Caetano, analista do IDC. E Júlio Püschel, do YankeeGroup, conclui: “Entendo o lado das operadoras, mas elas têm de se preparar para não deixar uma percepção ruim do serviço”.

sábado, 12 de setembro de 2009

Aplicações móveis em nuvem somam 1 bilhão de usuários até 2014

A consultoria ABI Research prevê que o número de usuários de computação em nuvens (cloud computing) em ambientes móveis crescerá em ritmo acelerado nos próximos 5 anos. O número de 42,8 milhões de assinantes em 2008 (1,1% de todos os usuários de telefonia celular) deve saltar para 998 milhões em 2014 (19%).
De acordo com Mark Beccue, analista sênior da ABI, a tendência indica que as aplicações móveis baseadas em cloud computing devem desbancar o atual formato consagrado pelas lojas online de aplicativos das fabricantes de celulares e smartphones.

Beccue afirma ainda que, até o ano que vem, o maior aumento será no total de assinantes móveis que utilizam softwares relacionadas à localização, como aplicativos de navegação e mapas. De acordo com o especialista, 60% dos usuários de serviços móveis baseados em cloud computing terão esse enfoque.
No entanto, outros aplicativos devem começar a ganhar espaço a partir de 2011, como suítes de produtividade para negócios, aplicativos de gerenciamento de vendas, softwares que controlam automação de ambientes físicos - de escritórios ou residências - e ferramentas de colaboração.

A ABI prevê, ainda, que 2010 será o ano em que os maiores fornecedores de plataforma como serviço, caso das norte-americanas Google, Amazon AWS e Force.com, tornarão mais agressivas as campanhas de marketing a favor de seus serviços móveis.