terça-feira, 26 de maio de 2009
Criador de Prison Break fala sobre o final da série em entrevista
Foram ao todo, até aqui, 81 episódios de uma série que vai deixar saudades. Prison Break chegou ao fim nesta 4º temporada no 22º Episódio “Killing Your Number”. A série é uma das mais baixadas na internet em todo mundo e teve grande divulgação quando redes públicas de tv passaram a exibi-la, como a Rede Globo no Brasil.
Veja a entrevista com o criador da série, Matt Olmstead:
Em que ponto, durante os quatro anos de fuga, você decidiu que Michael morreria no final?
Matt Olmstead: No começo dessa temporada, nós tivemos um debate sobre isso. Eu estava em NYPD Blue e eu cheguei na sexta temporada, que era a última participação de Jymmy Smits – e foi uma das melhores coisas da televisãode todos os tempos. Eles tiveram o pensamento de quando um personagem é tão amado, e você escreve um futuro seguro pra ele, os telespectadores vão te odiar, porque não vão ter a chance de ficar de luto. Então vamos mostrar logo que o personagem tem um problema de saúde. David, criador de NYPD Blue fez isso de forma brilhante com Jymmy, e eu sempre me lembrei disso. Então quando me encontrei com ele depois de um evento, nós nos perguntamos: “Michael vai sobreviver?”. De qualquer forma vamos colocar seu nariz sangrando no primeiro episódio. Dessa forma nós de certa forma sugerimos que existia alguma coisa, e isso também nos deu a oportunidade de algumas cenas – se nós quisessemos seguir por essa linha – onde Sara poderia ficar lamentando isso, Lincoln poderia ficar alerta, assim como os espectadores. Assim eles também tem a chance de lamentar a perda.
O que Wentworth Miller achou disso tudo?
No final as contas ele gostou. Eles ouviu rumores, e quando o script saiu, eu recebi um e-mail de comprimentos dele, porque ele viu o mérito disso. A idéia de Michael não sobreviver veio de uma conversa minha e dele na segunda temporada. Ele disse naquele momento que as mãos de Michael estavm tão sujas como qualquer outra, e isso foi algo que mostramos ao longo do caminho, o acúmulo da culpa. “Eu tirei meu irmão da prisão, o que incluiu morte de pessoas” – nem o ator, nem o personagem desprezavam ou ignoravam isso. Então a idéia do finale dele não conseguir e todo mundo conseguir foi o final certo para ele como ator. Um final com Michael e Sara rumo ao por do sol seria como um, “Hey, bom pra vocês pessoal”.
Mas a emissora lutou contra você sobre a morte, certo?
Estava dividido aqui, metade das pessoas queria ver Michal e Sara juntos, e a outra metade viu mérito em Michael não sobreviver. Assim que eles viram o script, eles concordaram de forma unilateral que essa era a coisa certa a se fazer.
Devemos notar que Michael está vivo no DVD que será lançado dia 21 de julho, “Prison Break: The Final Break”.
Certo. The Final Break se passa logo depois de todos serem exonerados, então nós voltamos no tempo e vemos Michael vivo.
Vamos falar sobre os retornos. Paul Adelstein previa seu telefonema? Eu sempre falei que Kellerman resurgiria algum dia.
Eu procurei ele ocasionalmente, e falei: “Um dia você vai receber um telefonema”. Ele sempre esteve entusiasmado sobre isso. Nós não sabíamos, obviamente, que história seria, mas nos queríamos guardá-la para o season finale.
Rockmund Dunbar (C-Note). Eu tive que imaginar, foi uma surpresa maior.
Eu acho que sim. Nós sabíamos que esse era o final, e quem nós, os roteiristas, queríamos de volta? Quem traria um impacto para os espectadores? Nós não queríamos trazê-lo de volta somente por trazer , nós queríamos trazê-lo para uma mudança na história.
Vocês chegaram a considerar trazer Patricia Wettig (Presidente Caroline Reynolds) de volta?
Não, não. Esse personagem estava acabado.
Não existia nenhuma das várias atrizes Maricruz disponíveis?
Nós pensamos nisso, mas o que realmente vimos era ela provavelmente segurando sua filha, ou falando uma linha. Não valia a pena – e eu duvido que a atriz ficaria interessada também.
Robert Knepper declarou que o destino do T-Bag era o melhor de todos.
Eu achei muito poético. Para nós,produtores, foi a combinação certa para as pessoas terem uma sobremesa, um doce surpresa e tragédia. As pessoas falavam que nós não podíamos deixar T-Bag solto, que nós não poderíamos fazer uma versão de Hannibal, porque isso colocaria uma marca negra no Michael, por ele ter solto esse monstro no mundo. E não poderíamos matá-lo porque seria irônico, já que ele foi tão amado pelo público. Então colocamos ele de volta aonde ele começou, mas com dor no coração. Ele ouve coisas sobre a Gate e desperta sua imaginação. Isso o faz lembrar o que ele quase teve.
Foi interessante a reviravolta romântica com Mahone.
Essa foi uma das surpresas. Aqui estava ele, mandando um cartão de aniversário para sua ex-mulher, agora que ele estava com sua ex-parceira do FBI, Felicia Lang. Nós disponibilizamos mais informações sobre isso no DVD The Final Break.
A última vez em que nos falamos, você disse que a remoção das tatuagens de Michael foi o seu momento de menos orgulho. Olhando para trás, na maneira que o show decorreu, do que você mais se orgulha?
A coisa que mais me orgulha é que a equipe de roteiristas foi praticamente a mesma durante esses quatro anos. Tem pessoas que estão lá desde o início, e ficaram até o fim (Zack Estrin, Nick Santora, Karyn Usher), e nós tivemos outros roteiristas que passaram de assistentes para a equipe (Seth Hoffman, Kalinda Vazquez, Christian Trokey)...Foi um grupo muito unido, e tudo era feito coletivamente, porque é como se faz uma série. Todo esboço foi apresentado como um grupo, cada roteiro foi apresentado como um grupo, todo corte foi assistido como um grupo,...Nós tinhamos que ver as pessoas envolvidas e ver as pessoas se envolver, florescer e se envolver, a como uma luxúria para mim, eu tive oito pessoas que eram boas rebatedoras. No início dessa temporada, nós estávamos em uma encruzilhada com a emissora e o estúdio - foi no pós-greve, um processo acelerado - sobre o que iríamos fazer, e todos entraram de cabeça e nós resolvemos
Existe algum número de audiência do season finale que faria a FOX exibir o “The Final Break”?
Eu realmente não sei. Eu nem sei se eles chegaram a vê-lo, já que estão super ocupados preparando os lançamentos do dia 18 de maio. Mas nós estamos realmente orgulhosos do DVD, e esperamos que isso aconteça.
Fim da série Prison Break
A FOX só enviou um comunicado para a imprensa em relação ao final da série Prison Break."A série está terminando", diz Kevin Reilly, o presidente de entretenimento da FOX. "Prison Break teve um inferno astral com prazos para entrega dos episódios, mas no final tudo deu certo. Este será o último ano do show."
"'Prison Break' teve uma bela caminhada, mas a caminhada acabou. Esta será a última temporada da série", disse Kevin Reilly.
A queda de audiência já havia levantado as especulações de que essa poderia ser a última temporada da série, mas Kevin afirma que a decisão de terminar foi tomada por razões criativas.
Segundo ele, a história chegou a um ponto em que tudo já foi contado e que é melhor acabar enquanto "Prison Break" ainda está forte.
Prison Break acabou, mas ainda serão exibidos mais dois capítulos, entitulados de "Final Break". Só que estas duas horas a mais podem ser apresentadas como um filme para a TV, da mesma maneira que a emissora fez com o retorno de "24 Horas".
A maior fuga da televisão chega ao fim após quatro temporadas de muita tensão e vai deixar muitas saudades.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Oracle Announces New Features for Oracle Spatial
By Joe Francica , Editor-in-Chief and Vice Publisher, Directions MagazineApril 29, 2009
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The fifth annual Oracle Spatial User's Conference was held last weekfollowing the GITA Conference in Tampa, Florida. Jim Steiner, seniordirector of Oracle's Server Technology, opened the conference withremarks about some industry trends and comments on Oracle's recentacquisition of Sun Microsystems. "The data explosion continues," saidSteiner. He cited several important events contributing to thisphenomenon. He included the launch of DigitalGlobe's WorldViewsatellite, with imagery available at approximately .50 cm resolution.He also mentioned Nokia's acquisition of NAVTEQ, which saw the digitaldata provider accelerate the rate of geographies it captures,including more from China, plus data sets for the telecommunicationand transportation industries. Steiner discussed the importance ofuser-generated content that provides a mechanism to acquire data fromusers in near real-time, especially "perishable" data such as trafficinformation. Finally, he noted that sensors went mainstream in 2008,including data captured by location-enabled traffic cameras. "This hada profound effect on the market," said Steiner.
Strategy for Oracle SpatialSteiner said that enhancements to Oracle Spatial will include moreanalysis, modeling and visualization for applications in retail,business intelligence, utilities and other areas. The company plans todo more with the network data model (NMD) and to add robust pathanalysis to support more complex networks. There will be investment insatellite image processing and new georeferencing methods. For themuch longer term, Steiner said, "We are going to see a convergence ofthe physical and virtual world." He believes that there is a comfortand ease that new generations have in working in virtual space. "Thiswill enable commercial applications with more complex spatialdimension," said Steiner. Oracle will continue addressing the emerginggrowth areas of unstructured data to support simulations and provide aplatform for 3D content.
Oracle Buys SUN
How does the acquisition of Sun Microsystems fit into Oracle'sstrategy? Steiner said it enhances the commitment to open standards.He explained that the number one platform for Oracle is Solaris,followed by Linux. Oracle and Sun share many clients. Oracle expectscustomer and partner benefits for both communities, includingincreased R&D investments.
New Oracle Spatial EnhancementsSiva Ravada, director of Software Development, provided details onwhat's coming in the next product release, Oracle 11gR2.
GeoRasterGeoRaster API - Oracle will offer four sample applications to showpeople how to use the GeoRaster API: tools.java, loader.java,viewer.java and exporter.java. With these samples, users can easilydevelop extract, transform and load (ETL) tools and applicationsgeared for Web applications.
Coordinate support for GeoRaster (SDO_GEOR.reproject) - This willallow users to transform GeoRaster raster data from one projection toanother. All Oracle Spatial coordinate systems are supported. Fiveresampling methods are supported: Nearest Neighbor, Bilinear, Cubic,Average4 and Average16.
Polygon-based raster clipping - Blocking size optimizer-minimizepadding - Blocking size optimizer will automatically optimize theblocking size based on the GeoRaster dimension sizes.
Raster InterpolationsTwo new functions - SDO_GEOR.evaluate and SDO_GEOR_evaluate.doubleenable; these functions provide advanced georeferencing using groundcontrol points (GCP).
Extract Transform and Load Functions - The GDAL GeoRaster Driver nowloads natively, importing and exporting many formats to/fromSDO_georaster including GeoTIFF and JPEG2000.
Interior PointSDO_UTIL.INTERIOR_POINT returns SDO_GEOMETRY; SDO_GEOM.SDO_TRIANGULATEreturns a geometry with triangular elements that result from DelaunayTriangulation. These commands provide labeling capabilities requestedby users.
Union of Geometry ObjectsA new method - SDO_AGGR_SET_UNION takes a VARRAY of SDO_GEOMETRYobjects as input and returns the aggregate union of all the geometryobjects in the VARRAY. This is a faster way to create the UNION ofseveral geometry objects. The function is useful when the geometriesto be grouped are easily gathered into a collection.
Faster Coordinate System TransformationSDO_CS.Transform is up to 10 times faster, according to Ravada. NowOracle Spatial uses context between transform() calls with the samesource and target SRIDs; in prior releases the transformation contextwas created for each transform() call.
Cross-endian Support for Transport Tablespace (TTS) and Spatial IndexSDO_UTIL.INITIALIZE_INDEXES_FOR_TTS now automatically fixes the indexif the TTS export is done in a different endian format than the targetformat.
Triangulated Irregular Networks and Point CloudsA result table for SDO_PC is used to map the input points to thePTN_ID and PINT_ID columns. This process has been very slow in thepast; this change enhances SDO_PC (point cloud) AND SDO_TIN storage.
Geocoding Using NAVTEQ DataA new table using NAVTEQ data and the function, GC_ADDRESS_PINT_NVT,provides point geocoding. The NAVTEQ data must reside in the databaseand will have to be purchased from NAVTEQ first.
Web Services
Oracle Spatial will provide full support for database transactions onOpenGIS Web Feature Service (WFS) 1.1 feature tables and WorkspaceManager. Oracle Spatial will allow updates/deletes on WFS-T featuretables via SQL. Users will be able to perform WFS transactions intoworkspace enabled feature tables. Users need sdo_wfs_lock.enableDBtxnsprocedure in a session before any workspace maintenance operation suchas refreshing a workspace or merging workspace can be completed.
Network Data Model (NDM)Path/Subpath analysis will support multiple costs in a singleanalysis. It will be possible to perform shortest distance paths withtravel time and fastest paths with travel distance.
User-defined objects can be accumulated and used in the networkconstraints during network analysis. The NDM now captures changes tothe network made in the database and users can synchronize thesechanges to network partitions in the database and in memory. This canbe done incrementally instead of reading the whole network again fromthe database.
Logical Network Partitioning
A new partitioning utility to help partition logical networks will beavailable to minimize the number of links among network partitions,and perform load balancing with predefined thresholds. This will beparticularly useful to those who work with very large networks.
Traveling Salesman (TSP) AnalysisThe new release will include a minimum cost tour function thatincludes all given nodes and support points on network as the nodesare visited.
Drivetime Polygon GenerationA spatial representation (polygon) can be created against a minimumcost network.
Routing EngineRouting applications will be built on top of the NDM Load-on-Demand(LOD) engine and use all the extensibility of the underlying NDMengine. Truck routing is an example of customizing the route for aspecific application. The new routing engine allows users to specifyvehicle type (car or truck) so that it can assume certain impedancesalong the highway depending on vehicle restrictions (weight, height,axel weight, width, length), allowing users to build a very complexrouting application. Truck routing data from NAVTEQ table definitionswill make a call to the NVT_TRANSPORT table.
Fusion Middleware (FMW)
MapViewerJayant Sharma, technical director for Oracle Spatial said, "[FMW]MapViewer (pdf) is essentially a mashup engine... for local search,map reporting and to some degree, interacting with the application."FMW MapViewer is WebLogic certified, and can provide annotation text,scalable styles, "heatmaps" and secure map rendering. MapViewer nowhas a wrap-around map capability (users had requested this for sometime), a toolbar, floating map "decoration" and tabbed informationwindows. In this development cycle, the objective was to focus onimproving the productivity of the developer who wanted to use it foradding different features. The "heatmaps" function will showconcentrations of points, such as for business locations.
Imagery Handling11g R2 now supports spherical coordinate systems. DigitalGlobe is alsomaking imagery more available to Oracle MapViewer throughjImageConnect, an SDK for its image library that provides access toimagery within Web applications and can be easily embedded in alreadyexisting Web applications.
SummaryEvery year Oracle enhances Oracle Spatial with new support for rasterand vector data analysis and management. This year seems to be anotherjump forward in support of advanced spatial analysis for both
Editor's Note: Oracle presented this information for the first time inpublic to its users at this event. Watch the Oracle website for thepresentations that were given at the users' conference; someinformation is there now with respect to Oracle Spatial 11gfunctionality.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Com a compra da Sun, como fica o MySQL?
Para Sharon Machlis, do Computerworld/EUA, o melhor seria se a Oracle racionalizasse as duas linhas de produtos, deixando claro onde oMySQL é melhor e onde o Database 11g pode ser a melhor escolha. “Em um mundo ideal, o MySQL poderia se beneficiar da tecnologia da Oracle”, diz.
Segundo a analista, a preocupação do mercado é que a Oracle vá, naturalmente, querer que seus canais de venda trabalhem com a opção de maior preço. Afinal, qual seria o benefício de continuar a estimular um produto aberto que pode concorrer com sua principal oferta? Em um comunicado sobre a aquisição, Charls Philips, presidente da Oracle, falou das vantagens da aquisição do Java e do Solaris, sem citar uma palavra sobre o MySQL.
Em outro comunicado divulgado sobre a aquisição, a Oracle afirma que “o MySQL será parte integrante da já existente suíte de bancos de dados Oracle, que inclui produtos como o Database 11g, o TimesTen, o open-source Berkeley DB e o engine de storage transacional, também aberto, InnoDB”.
“É verdade que a Oracle tem outro produto aberto em seu portfólio e planejar o incluir o MySQL. Mas a própria Oracle informa que o Berkeley DB é para uso em aplicativos que não requeiram SQL, o que faz com que ele não seja um concorrente do Database 11g como o MySQL pode ser em algumas situações. É algo em que precisaremos ficar atentos”, afirma Machlis.
Fonte: CW
Oracle vê Java e Solaris como as principais razões para a aquisição da Sun
São Francisco (EUA) – Larry Ellison afirma que o Java é o mais importante ativo de software adquirido pela Oracle.
Por IDG News Service, EUA
Em conferência realizada nesta segunda-feira (20/04), o CEO da Oracle, Larry Ellison, afirmou que o Java e o Solaris foram as duas principais razões para a aquisição da Sun. Para o executivo, o movimento está em linha com a estratégia de aquisições da companhia, sempre em busca de produtos líderes de mercado.
Chamando o Java de “o mais importante ativo de software que nós já adquirimos”, Ellison disse que os negócios de middleware baseados em Java – iniciados com a aquisição da BEA – devem se tornar maiores que os negócios feitos com bancos de dados. Ele lembrou que a plataforma Fusion é baseada em Java.
A Oracle também considera o Solaris como a melhor tecnologia Unix disponível no mercado, o que, segundo Ellison, explica porque há mais bancos de dados da companhia rodando neste sistema operacional do que em qualquer outro. Ele afirmou que os clientes que contam com os dois produtos terão benefícios advindos da integração técnica de ambos.
“Seremos capazes de integrar rapidamente o banco de dados Oracle às funcionalidades do Solaris, desenvolvendo-os para que trabalhem juntos”, disse Ellison.
O chairman da Sun, Scott McNealy, que dividiu as atenções com Ellison em inúmeras ocasiões durante os mais de 20 anos de parceria entre as duas empresas, disse que ambas dividem interesses comuns que farão com que a união seja simbiótica para os usuários.
Apesar do otimismo, o acordo representa um desafio para McNealy, que como Ellison tornou-se um íconde da indústria de tecnologia. Por anos, os dois lideraram suas companhias atacando seu inimigo comum – a Microsoft – e por vezes um ao outro. Entregar a companhia que ajudou a fundar a Ellison não deve ter sido uma decisão fácil para McNealy.
Por us avez, Ellison disse que a Oracle tende a integrar rapidamente companhias adquiridas e que o mesmo será feito com a Sun quando o acordo for aprovado por acionistas e organismos reguladores.
Com o anúncio do negócio, as ações da Sun subiram de 2,41 dólares para 9,10 dólares uma hora após a abertura do mercado, enquanto as da Oracle chegaram a 18,03 dólares (queda de 1,03 dólar). A queda é normal e refletem o debate de investidores sobre as vantagens de se gastar grandes somas em uma aquisição deste tipo.
domingo, 26 de abril de 2009
Venda de Notebook e Peças para PC

DELL Latitude 120L usado
Notebook DELL Latitude 120L usado
Sistema Operacional Windows XP Service Pack 3 em Português do Brasil
Tela 14.1 Polegadas
Processador Intel Celeron M 1,50Ghz
Memória RAM de 2GB DDR2 667Mhz
Placa de video integrada Intel 910GML de 128MB
HDD Fujitsu de 60GB
Gravador de DVD/CD 8X PHILIPS
Placa de Rede 10/100Mbps Intel (RJ45)
Placa de Rede Wireless DELL b/g 54Mbps
Placa Fax Modem DELL conexant 56kbps v.90 (RJ11)
Placa de Som DELL
Saida Mini PCMCIA
Caixas de som embutidas de alta potência
3 Portas USB
Teclado em Português
Carcaça cinza e preta.
Entrada de Microfone e saída de fone de ouvido
Acompanha Adaptador Corrente Alternada de 60W e Bateria
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Cooler para processadores Intel Core2Duo por apenas 30 reais!
Placa de Fax Modem 56kbps por 20 reais!
Roteador Wireless D-Link 802.11g 54Mbps por apenas 85 reais!
Interessados mandem e-mail para pedrofao@gmail.com
Oracle's Acquisition of Sun Could Change Java's Course
If Oracle owns the Java trademark and controls the Java Community Process, it could strategically secure Java and gain control over its future direction. But the Java community's reaction to its ownership is critical.
News Analysis
On 20 April 2009, Sun Microsystems and Oracle announced that they have entered into an agreement under which Oracle will acquire Sun in a deal valued at approximately $7.4 billion, or $9.50 per share. Oracle says it expects the transaction to close by Summer 2009, subject to shareholder and regulatory approval.
Java is among the most valuable assets at stake in Oracle's proposed acquisition of Sun. Gartner believes that control of Java was one of the main drivers behind the deal.
The term "Java" encompasses several elements. The core Java technology is almost entirely composed of open-source code, but Sun retains control of the Java trademark and plays an influential role in coordinating the Java Community Process (JCP) — the open process by which Java standards are proposed and evolve. Oracle is one of the main suppliers of Java-based application infrastructure middleware. Oracle CEO Larry Ellison has said his company's Java-based Oracle Fusion Middleware is the fastest-growing part of its business. Java software embedded into consumer devices, such as PDAs, mobile phones, set-top boxes, media players and other electronic gadgets, represents the most directly profitable part of Sun's Java portfolio, giving Oracle entry into a new, lucrative market. (As an example, approximately 80% of the 960 million mobile devices shipped in 2008 embed the Java Platform, Micro Edition.) Nevertheless, Gartner believes Oracle's interest in controlling Java is primarily motivated by defensive reasons, to prevent Java from falling into the hands of competitors (such as IBM) or of companies that are mainly focused on Sun's hardware business and have little interest in Java technology. If Oracle owns the Java trademark and controls the JCP, it will be able to strategically secure Java and gain control over its future direction.
But ownership of Java will require some diplomacy on Oracle's part. If Oracle makes over Java into a proprietary technology or dramatically increases the cost of Java licenses, it risks limiting Java's popularity and profitability. IBM, SAP and Nokia have never perceived Sun as a threat to their business in the enterprise software and mobile markets comparable to the threat potentially represented by Oracle.
Oracle has been a "good citizen" in the Java community so far, but if IBM, SAP, Nokia and other important Java industry participants believed that Oracle had "hijacked" Java, they would strive to reduce their dependency on a technology controlled by a major competitor. Heavily invested in Java, these companies could not afford to suddenly drop their support for it due to the large number of their customers using Java-based products and the lack of readily available alternatives. Instead, vendors may be tempted to develop their own Java-compatible technologies. (The open-source core Java technology makes this technically possible.) Such disparate development efforts would fragment the Java language into two or more Java dialects or subdialects. (For example, the market could break down into the "true" Oracle Java, IBM's derivative, an SAP variant and possibly "open source" variants.) Such fragmentation would be catastrophic for Java as well as for Oracle, dramatically devaluating its acquisition.
Oracle is likely to take aggressive steps to reassure the industry that it will maintain and possibly reinforce the open nature of the JCP and Java. The IT industry values Java for its vendor-neutral and open qualities. For 15 years, users and independent software vendors have invested in Java and facilitated its adoption due largely to the portability of Java applications across hardware platforms, operating systems, database management systems and other systems. Should Java technology fragment, or should Oracle be perceived as "locking in" Java to a proprietary technology, the IT industry is likely to lose its enthusiasm for Java and seek alternatives — with Microsoft as the most obvious option.
Recommendations
Java users: No immediate action is required. Gartner believes Java technology will remain viable through 2014 and that strategic investments based on it remain safe. Over time, however, monitor Oracle’s plans for Java and discuss with your Java technology providers what your strategic option would be, if Oracle were to overcontrol the JCP.
Non-Java users: Though the balance of power remains unchanged for now, until Oracle shares its post-acquisition plans for Java, consider evaluating potential alternatives to Java, such as Microsoft’s .NET or Dynamic Languages (such as Python, PHP and Ruby on Rails) when practical.
Java technology providers: Establish a dialogue with Oracle to ensure that the company understands your requirements for the management of the JCP, technology licensing and other Java-related matters.
Recommended Reading
“Oracle/Sun Deal Will Change Competitive Landscape in IT” — If completed, the acquisition of Sun could make Oracle a powerhouse vendor in both hardware and software, rivaling IBM and HP. By Kenneth Chin, George Weiss, Donald Feinberg and Massimo Pezzini
"Java EE Is Not the Next CORBA” — Some industry watchers predicted the decline of Java after the release of Java EE in 2006 because of the platform's growing complexity, but Gartner disagreed and stated its viability was rock solid. By Massimo Pezzini
(You may need to sign in or be a Gartner client to access the documents referenced in this First Take.)
Source: Gartner Institute
