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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cursos de Especialização em Banco de Dados da PUC Minas

O Curso de Especialização em Bancos de Dados foi concebido de modo a buscar o preenchimento de uma lacuna na formação avançada dos profissionais de informática que atuam na concepção, implementação e implantação de sistemas de informação (SI).
Em uma perspectiva moderna, são três as áreas da computação com grande influência no ciclo de vida de sistemas de informação:
· Engenharia de software, área que se dedica a encontrar meios mais eficientes para a concepção e desenvolvimento de SI, considerando a necessidade de divisão de tarefas em equipes, dimensionamento dos esforços, e garantia de qualidade, entre outras;
· Redes de computadores, área em que se estuda o dimensionamento e o planejamento para atendimento às necessidades de comunicação entre os componentes de um SI, permitindo a integração entre clientes e servidores e a concepção de sistemas distribuídos em rede local ou na Internet;
· Bancos de dados, área voltada para a garantia da eficiência, segurança e desempenho dos sistemas de armazenamento, buscando a garantia da integridade através de todas as operações de inclusão, exclusão ou alteração de dados, bem como para os recursos de administração do ambiente computacional em que um SI é executado.

Sendo assim, o curso apresenta um enfoque especializado em bancos de dados, considerando o sucesso de outras iniciativas do Instituto de Educação Continuada nas áreas de engenharia de software e redes de computadores, nas quais existem cursos de excelente qualidade em andamento. O curso pretende ir além da metodologia de projeto e explorar aspectos de desempenho, tecnologia, operação e configuração, além de abordar sistemas de gerenciamento de bancos de dados não-convencionais (SGBD NoSQL e computação em nuvens) e técnicas de descoberta de conhecimento em bancos de dados.

A abordagem adotada envolve uma junção de conceitos teóricos com atividades práticas. Em relação às atividades práticas, o curso propõe quatro disciplinas nas quais os fundamentos teóricos apresentados nas disciplinas iniciais são discutidos no contexto dos principais produtos de gerenciamento de bancos de dados existentes no mercado. Essas quatro disciplinas abordam os gerenciadores Oracle, DB2 e SQL Server, além dos bancos de dados livres, cujo impacto é importante atualmente pela inexistência de custos de licenciamento e pela disponibilidade do código-fonte. As atividades práticas dessas e das demais disciplinas do curso serão conduzidas em laboratório.

Meses X Mensalidade = Valor Total
20 x 400,00 = 8.000,00

Para fazer sua inscrição, clique aqui.

Coordenação acadêmica
Claudiney Vander Ramos


Corpo Docente
Claudiney Vander Ramos
Marcelo Magno Lopes
Juliana Ladeira
Sandro Jerônimo de Almeida
Rodrigo Vitorino Moravia
Addy Cunha
Claudio Lucio do Val Lopes
Pedro Felipe Alves de Oliveira
Fernanda Farinelli
Daniella Lopes Rodrigues
Pedro Alves de Oliveira

Obs.: Eventualmente, poderá ocorrer alguma alteração no corpo docente. Caso isso aconteça, ela será devidamente informada no site.

Oferta - Inscrições

Meses X Mensalidade = Valor Total
20 x 400,00 = R$ 8.000,00
Para fazer sua inscrição, clique aqui.

objetivos:

Objetivo geral:
Apresentar aos alunos uma visão abrangente de bancos de dados como elementos essenciais dos sistemas de informação atuais, combinando elementos conceituais sólidos a uma visão tecnológica voltada para o acompanhamento contínuo da evolução da área no mercado. Apresentar as recentes inovações e tecnologias emergentes na área de bancos de dados.
A quem se destina
* Profissionais de nível superior graduados de informática em busca de atualização profissional ou de conhecimentos específicos em bancos de dados;
* Profissionais de nível superior que atuam profissionalmente nas áreas de engenharia de software, sistemas de informação ou gerenciamento de bancos de dados, em busca de aprofundamento e atualização dos conceitos e práticas da área.
Conteúdo do curso
• Arquitetura e Projeto de Bancos de Dados
• Aspectos Operacionais de Bancos de Dados
• SGBD de Mercado: ORACLE
• SGBD de Mercado: SQL Server
• SGBD de Mercado: Bancos de Dados Livres
• Mineração de Dados
• Data Warehousing e OLAP
• Computação em Nuvem
• SGBD NoSQL e Bancos de Dados da Web
• Bancos de Dados Geográficos
• Governança e Qualidade de Dados
• Metodologia da Pesquisa Científica
Carga Horária
360 horas

Disponível em: http://www.pucminas.br/virtual/2013_01/curso.php?curso=225&tipo=espec

terça-feira, 16 de junho de 2009

Google lança banco de dados para rivalizar com Oracle, IBM e Microsoft

Fusion Tables é banco de dados online com nova tecnologia que uniformiza diversos tipos de dados e promete economia àsempresas.

O Google lançou silenciosamente, na terça-feira (9/6), um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.

A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing<http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/15/saiba-quais-dados-voce-pode-levar-para-a-cloud-computing/>,simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.
“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o anúncio do Google<http://googleresearch.blogspot.com/2009/06/google-fusion-tables.html>.

O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.

O esquema de 'espaço de dados' tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços paratorná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.

Os 'espaços de dados' preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.

A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta‘dimensão’ de atualizações em tempo real.

“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”

O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.

Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/06/12/google-lanca-base-de-dados-para-rivalizar-com-oracle-ibm-e-microsoft/

terça-feira, 28 de abril de 2009

Com a compra da Sun, como fica o MySQL?

O negócio entre a Sun e a Oracle acaba de ser anunicado e analistas começam a discutir qual será o futuro do MySQL, banco de dados. A dúvida é: com o uso cada vez maior do MySQL no mercado corporativo, conseguirão os executivos da Oracle resistir à visão de que o banco de dados opne-source é um concorrente de seu produto?
Para Sharon Machlis, do Computerworld/EUA, o melhor seria se a Oracle racionalizasse as duas linhas de produtos, deixando claro onde oMySQL é melhor e onde o Database 11g pode ser a melhor escolha. “Em um mundo ideal, o MySQL poderia se beneficiar da tecnologia da Oracle”, diz.

Segundo a analista, a preocupação do mercado é que a Oracle vá, naturalmente, querer que seus canais de venda trabalhem com a opção de maior preço. Afinal, qual seria o benefício de continuar a estimular um produto aberto que pode concorrer com sua principal oferta? Em um comunicado sobre a aquisição, Charls Philips, presidente da Oracle, falou das vantagens da aquisição do Java e do Solaris, sem citar uma palavra sobre o MySQL.


Em outro comunicado divulgado sobre a aquisição, a Oracle afirma que “o MySQL será parte integrante da já existente suíte de bancos de dados Oracle, que inclui produtos como o Database 11g, o TimesTen, o open-source Berkeley DB e o engine de storage transacional, também aberto, InnoDB”.
“É verdade que a Oracle tem outro produto aberto em seu portfólio e planejar o incluir o MySQL. Mas a própria Oracle informa que o Berkeley DB é para uso em aplicativos que não requeiram SQL, o que faz com que ele não seja um concorrente do Database 11g como o MySQL pode ser em algumas situações. É algo em que precisaremos ficar atentos”, afirma Machlis.


Fonte: CW

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Microsoft pode ganhar com compra da Sun pela Oracle

Com principal aquisição do ano no mercado de tecnologia, a compra da Sun pela Oracle, já se especula quem ganha e quem perde. Nesse contexto, algumas empresas têm razões para ficar mais tranquilas. De acordo com analistas da indústria, é o caso da Microsoft.

“Historicamente, Oracle tem sido uma das principais parceiras da HP, já que a HP não está no mercado de software” escreveu Tony Sacconagui, analista no Sanford C. Bernstein & Co.. “Assim, a HP provavelmente vai querer outras alternativas para uma empresa que compete com ela diretamente no mercado de hardware”, disse.

Se as companhias da Oracle que mantém divisão de Hardware se sentirem prejudicadas, será uma péssima notícia para a empresa, de acordo com Miko Matsumura, CTO da Software AG. “O mercado de hardware é o rei. Qualquer um que se sinta prejudicado por uma empresa nesse segmento torna-se inimigo mortal dela”, afirma.

Outro bônus da Microsoft é que talvez exista um fornecedor a menos de banco de dados para competir, já que o MySQL e o banco de dados Oracle estarão sob o mesmo teto.

Alguns analistas prevêem ainda que a Oracle pode focar no software da Sun e criar outra empresa para cuidar do hardware, mas a empresa não deixou isso muito claro. A companhia chegou até a anunciar que a decisão de adquirir a Sun era mais pelo interesse no Solaris e no Java, mas afirmou que a compra poderia ajudar a Oracle a fornecer sistemas integrados para datacenters, incluindo storage e servidores. Isso pode pressionar empresas como Dell e IBM, que podem reforçar suas parcerias com a Microsoft.