Material Planejamento de Capacidade e Avaliação de Sistemas
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Segue slide sobre Carga de Trabalho e de Caracterização da Carga de
Trabalho.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Os 10 melhores aplicativos para iPhone
Quem compra um iPhone pela primeira vez certamente não sabe quais são os melhores aplicativos para se baixar inicialmente. Pensando nisso, fiz essa lista com os principais apps, que darão muito mais vida para seu iPhone (ou iPad).
1º Tomtom Brazil
Não consigo viver sem esse GPS em meu iPhone. Sua precisão é muito boa e graças ao MapShare, seu mapa está sempre atualizado com base no feedback dos usuários.
O único problema é que consome muita bateria. Por isso, recomendo que mantenha o iPhone ligado a porta USB do som ou do carro, ou ao acendedor de cigarros.
2º - Skype
Sem dúvida o melhor mensageiro para iPhone. Permite conversas com voz e video, além de troca de imagens e texto. Pode-se conversar gratuitamente de Skype para Skype ou discar para telefones pagando tarifas muito baixas.
3º - Facebook
Por ser a rede social mais acessada do momento, o Facebook merece destaque. O app oferece grande parte dos recursos presentes na versão Web. A versão atual do aplicativo melhorou muito, mas ainda consome muita memória e bateria.
3º - Viber
Excelente comunicador gratuito. Oferece integração com a agenda do iPhone e automaticamente identifica outros usuários do Viber, permitindo assim o envio de msg, arquivos e conversação por voz com seus contatos com iOS (iPhone, iPad) e do Android, com ótima qualidade.
4º - Youtube
O aplicativo vinha no iPhone até o iOS 5, mas foi retirado na versão 6.0. Apesar disso, a Google disponibilizou o app do maior portal de videos do mundo na AppStore e ele pode ser baixado de graça.
5º - Dropbox
Uma das melhores formas de fazer backup dos dados de seu iPhone. Permite armazenar as fotos, videos e outros arquivos. Também pode ser utilizado como forma de intercâmbio de arquivos do iPhone/ iPAD para o PC/ MAC e vice-versa.
6º - Whatsapp
Bom aplicativo. Muito popular entre os usuários do Android. Permite o envio de msgs e arquivos entre usuários. O Whatsapp identifica automaticamente os contatos da sua lista que também o utilizam.
7º - Instagram
Use filtros para suas fotos ficarem ainda mais bonitas e compartilhe-as com esse aplicativo. O Instagram também permite compartilhamento de fotos com o Facebook.
8º - Google Maps
Este é um app quebra-galho, para quem não tem um aplicativo de GPS pago, mas infelizmente não está presente na versão 6.0 do iOS e nem há como fazer seu download. A única opção é acessar o Google Maps via navegador.
9º - Pages
O aplicativo Pages da Apple permite editar textos .doc, .docx, .rtf, etc... É um editor de textos, com um gráfico muito bom e boa usabilidade.
10º - MSN Messenger
Coloquei em último lugar, pois a Microsoft está substituindo o MSN Messenger pelo Skype e em breve ele deixará de existir, mas ainda muita gente o utiliza. Consome muita memória e apresenta muitos travamentos e com isso o aplicativo fecha sozinho... Algo normal para o padrão Microsoft....
Downloads em http://iphonesking.blogspot.com
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Apple posta video em homenagem ao Steve Jobs.
Apple posta video em homenagem ao grande visionário Steve Jobs.
Hoje completa um ano de sua morte.
http://ads.tt/7iI1pA
Hoje completa um ano de sua morte.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
iPhone 5 - The tallest iPhone ever
The new iPhone 5 is taller than the other iPhones. The Apple's recent release isn't widder than the previous model, even though it has 4'' display and is thinner and lighter.
Source: http://iphonesking.blogspot.com.br/
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Apple x Samsung
The fight between Apple and Samsung seems that is just beginning.
In the last week, Apple won the battle (and one billion dollars!) against Samsung.
Now, Apple is studying a way to impose a US sales ban on many Samsung handsets, for example, Galaxy S2.
In the last week, Apple won the battle (and one billion dollars!) against Samsung.
Now, Apple is studying a way to impose a US sales ban on many Samsung handsets, for example, Galaxy S2.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Computador de "bolso" procura seu lugar no mercado
O futuro imediato da informática passa pelos computadores de "bolso", um nicho de mercado a meio caminho entre o telefone celular e o portátil no qual uma gama de "tablets", "e-readers" e "netbooks" competem para atrair um mesmo tipo de consumidor.
Sem novidades revolucionárias em questões de software, as empresas de tecnologia começaram a buscar um novo produto que reúna tamanho reduzido e alta funcionalidade, uma luta ainda sem vencedor travada no campo de batalha da maior feira do setor, a Consumer Electronics Show (CES), realizada em Las Vegas (Nevada).
Se 2009 foi o ano dos "netbooks", minicomputadores de baixo custo, lançados para contentar a quem considerava que os portáteis normais eram sofisticados demais, a mudança de ano constatou que em 2010 vão se popularizar os leitores de livros digitais ou "e-readers" que, à margem de sua função literária, trazem outras funcionalidades próprias de um computador para uso diário.
A fronteira entre o computador e o leitor digital ficou definitivamente tênue na semana passada com o desembarque dos anunciados "tablets" ou "slates", espécies de lousas com tela tátil e de dimensões similares a seus primos "netbooks" e "e-readers" que lembram os antigos PDAs, mas equipados para se transformar em uma plataforma multimídia de bolso e com acesso à internet.
A primeira a disparar nesta direção foi a Microsoft que revelou seu "tablet" fabricado pela Hewlett-Packard, um protótipo lançado na apresentação realizada na quarta-feira passada pelo CEO, Steve Ballmer, na inauguração desta edição da CES.
Ballmer não entrou em detalhes sobre o dispositivo, embora tenha mostrado suas 10 polegadas de tela tátil e explicou que contava com sistema operacional Windows7 e serviria como "e-reader", reprodutor de vídeo e com acesso à web.
Outras versões de "tablets" exibidas sem data de lançamento no mercado foram o Ultra do fabricante ICD, e a proposta da Dell, embora seus dispositivos tenham apontado na direção de uma ferramenta de conexão à internet mais do que na do conceito exposto pela Microsoft, o mesmo acontecendo no caso da Sony, que mostrou seu modelo ao qual qualificou de "visualizador pessoal de internet".
Os analistas do setor acreditam que a Apple vá dissipar a confusão diante de tantos aparelhos parecidos quando realizar sua primeira apresentação anual prevista para o próximo dia 26 em San Francisco.
Tudo indica que a vanguardista empresa californiana, criadora do Macintosh, do iPhone e do iPod, poderia revelar o que já veio a ser denominado de "iSlate", um quadro-negro digital sobre o qual não cessam os rumores e que se espera reúna a funcionalidade do "e-reader" e dos serviços do "netbook".
Nesse rio revolto de computadores portáteis algumas empresas exibiram na CES apostas interessantes de sinergia entre os diferentes formatos em disputa.
Tal é o caso do enTourage edge, um "e-reader" anunciado como o primeiro "livro dual" por seus criadores por constar de duas telas simétricas, uma para ler e outra para navegar pela internet e que ao ser fechado tem o aspecto de um "netbook"; ou o Alex, o "e-reader" da Spring Designs com sistema operacional Android do Google, que integra uma minitela para navegar pela web e permite ver vídeo e escutar música.
A Lenovo, por sua vez, escolheu uma aproximação ao conceito "tablet" a partir da perspectiva de "netbook", e desenvolveu o IdeaPad U1 Hybrid um computador do qual se pode retirar a tela para trabalhar com ela como dispositivo independente, tendo seu próprio processador e acesso à internet.
Sem novidades revolucionárias em questões de software, as empresas de tecnologia começaram a buscar um novo produto que reúna tamanho reduzido e alta funcionalidade, uma luta ainda sem vencedor travada no campo de batalha da maior feira do setor, a Consumer Electronics Show (CES), realizada em Las Vegas (Nevada).
Se 2009 foi o ano dos "netbooks", minicomputadores de baixo custo, lançados para contentar a quem considerava que os portáteis normais eram sofisticados demais, a mudança de ano constatou que em 2010 vão se popularizar os leitores de livros digitais ou "e-readers" que, à margem de sua função literária, trazem outras funcionalidades próprias de um computador para uso diário.
A fronteira entre o computador e o leitor digital ficou definitivamente tênue na semana passada com o desembarque dos anunciados "tablets" ou "slates", espécies de lousas com tela tátil e de dimensões similares a seus primos "netbooks" e "e-readers" que lembram os antigos PDAs, mas equipados para se transformar em uma plataforma multimídia de bolso e com acesso à internet.
A primeira a disparar nesta direção foi a Microsoft que revelou seu "tablet" fabricado pela Hewlett-Packard, um protótipo lançado na apresentação realizada na quarta-feira passada pelo CEO, Steve Ballmer, na inauguração desta edição da CES.
Ballmer não entrou em detalhes sobre o dispositivo, embora tenha mostrado suas 10 polegadas de tela tátil e explicou que contava com sistema operacional Windows7 e serviria como "e-reader", reprodutor de vídeo e com acesso à web.
Outras versões de "tablets" exibidas sem data de lançamento no mercado foram o Ultra do fabricante ICD, e a proposta da Dell, embora seus dispositivos tenham apontado na direção de uma ferramenta de conexão à internet mais do que na do conceito exposto pela Microsoft, o mesmo acontecendo no caso da Sony, que mostrou seu modelo ao qual qualificou de "visualizador pessoal de internet".
Os analistas do setor acreditam que a Apple vá dissipar a confusão diante de tantos aparelhos parecidos quando realizar sua primeira apresentação anual prevista para o próximo dia 26 em San Francisco.
Tudo indica que a vanguardista empresa californiana, criadora do Macintosh, do iPhone e do iPod, poderia revelar o que já veio a ser denominado de "iSlate", um quadro-negro digital sobre o qual não cessam os rumores e que se espera reúna a funcionalidade do "e-reader" e dos serviços do "netbook".
Nesse rio revolto de computadores portáteis algumas empresas exibiram na CES apostas interessantes de sinergia entre os diferentes formatos em disputa.
Tal é o caso do enTourage edge, um "e-reader" anunciado como o primeiro "livro dual" por seus criadores por constar de duas telas simétricas, uma para ler e outra para navegar pela internet e que ao ser fechado tem o aspecto de um "netbook"; ou o Alex, o "e-reader" da Spring Designs com sistema operacional Android do Google, que integra uma minitela para navegar pela web e permite ver vídeo e escutar música.
A Lenovo, por sua vez, escolheu uma aproximação ao conceito "tablet" a partir da perspectiva de "netbook", e desenvolveu o IdeaPad U1 Hybrid um computador do qual se pode retirar a tela para trabalhar com ela como dispositivo independente, tendo seu próprio processador e acesso à internet.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Opera 10 Turbo é lançado em batalha contra Google e Apple
A norueguesa Opera Software lançou nesta terça-feira uma nova versão do seu navegador, o Opera 10, prometendo downloads mais rápidos. A Opera disputa a posição de terceira maior produtora de browsers com o Chrome, do Google, e o Safari, da Apple, mas está muito atrás da Microsoft e da Mozilla Foundation.
A fabricante informou que o novo navegador é significativamente mais rápido em páginas com muito recursos, como o Facebook. A Opera afirmou que a função Turbo para conexões lentas, que empacota páginas da web, torna o navegador até oito vezes mais rápido que os concorrentes em velocidades de acesso mais lento à web.
"Nós trabalhamos muito na tecnologia Opera Turbo e também fizemos importantes melhorias na estabilidade geral do produto. Este é o navegador Opera mais estável até agora", informou a companhia.
As produtoras de software normalmente lançam várias versões sucessivas de teste dos seus navegadores para que possam incorporar a reação do usuário em uma série de melhorias antes do lançamento final. A Microsoft apresentou seu último navegador IE8 em março, após um ano de testes com o público. A Opera lançou uma versão teste do navegador em 3 de junho.
O Internet Explorer, da Microsoft, é usado em cerca de 60% do tráfego global na internet, enquanto o Firefox, da Mozilla, responde por quase 30%. O uso do Opera, do Google Chrome e da Apple gira em torno de 3% cada, segundo a empresa de pesquisa StatCounter.
A Opera tem uma participação menor no mercado global de navegadores de desktops, mas seu produto é o mais popular em países como a Rússia ou Ucrânia. Além disso, o navegador móvel da companhia é o mais amplamente adotado em celulares.
O Opera 10 pode ser baixado a partir do endereço www.opera.com/browser/download/
A fabricante informou que o novo navegador é significativamente mais rápido em páginas com muito recursos, como o Facebook. A Opera afirmou que a função Turbo para conexões lentas, que empacota páginas da web, torna o navegador até oito vezes mais rápido que os concorrentes em velocidades de acesso mais lento à web.
"Nós trabalhamos muito na tecnologia Opera Turbo e também fizemos importantes melhorias na estabilidade geral do produto. Este é o navegador Opera mais estável até agora", informou a companhia.
As produtoras de software normalmente lançam várias versões sucessivas de teste dos seus navegadores para que possam incorporar a reação do usuário em uma série de melhorias antes do lançamento final. A Microsoft apresentou seu último navegador IE8 em março, após um ano de testes com o público. A Opera lançou uma versão teste do navegador em 3 de junho.
O Internet Explorer, da Microsoft, é usado em cerca de 60% do tráfego global na internet, enquanto o Firefox, da Mozilla, responde por quase 30%. O uso do Opera, do Google Chrome e da Apple gira em torno de 3% cada, segundo a empresa de pesquisa StatCounter.
A Opera tem uma participação menor no mercado global de navegadores de desktops, mas seu produto é o mais popular em países como a Rússia ou Ucrânia. Além disso, o navegador móvel da companhia é o mais amplamente adotado em celulares.
O Opera 10 pode ser baixado a partir do endereço www.opera.com/browser/download/
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Internet chega aos 40 anos com ameaças a seu crescimento
Poucos prestavam atenção, em 2 de setembro de 1969, quando cerca de 20 pessoas se reuniram no laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia (EUA), para assistir dois computadores passando volumosos dados de teste sem sentido por meio de um cabo cinza, cujo comprimento era de mais ou menos 15 metros.
Vídeos divertidos não estavam na mente de Len Kleinrock e sua equipe da Universidade da Califórnia, quando começaram os testes daquilo que, em 40 anos, se tornaria a internet. Tampouco as redes sociais eram pensadas, ou a maioria de outros aplicativos cujo uso fácil atrai mais de um bilhão de pessoas on-line.
Em outro viés, os pesquisadores procuraram criar uma rede aberta para a troca livre de informações --uma abertura que, em última instância, estimulou a inovação que mais tarde iria criar sites como YouTube, Facebook e a própria World Wide Web.
Há ainda muito espaço para inovação atualmente --mesmo que a noção de "abertura" esteja ruindo. Embora a internet esteja disponível de forma mais ampla e rápida do que nunca, as barreiras artificiais ameaçam a continuidade do seu crescimento. Em outras palavras, uma crise de meia-idade.
Muitos fatores são culpados. Spam e ataques de piratas virtuais forçam os operadores de rede para erguer barreiras de segurança. Regimes autoritários bloqueiam o acesso a muitos sites e serviços dentro de suas fronteiras.
"Há mais liberdade ao usuário típico de internet para jogar, para se comunicar, fazer compras --mais oportunidades do que nunca", afirma Jonathan Zittrain, professor de direito e cofundador da Harvard's Berkman Center for Internet & Society. "Por outro lado, que é preocupante, existem algumas tendências de longo prazo que estão fazendo com que seja muito mais possível o controle [da informação]".
Retrospecto
A década de 1970 trouxe comunicações por e-mail e os protocolos TCP/IP --inovações que permitiram a conexão de várias redes e que, por sua vez, formaram a internet. Os anos 1980 deram origem a um sistema de endereçamento com sufixos como ".com" e ".org", aos endereços de rede, cujo uso é amplamente difundido atualmente.
A internet não se tornou uma palavra corriqueira até os anos 1990. Porém, depois que um físico britânico Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web (subconjunto da internet que facilita a ligação de recursos por meio de posições diferentes). Enquanto isso, prestadores de serviços como o America Online colocaram milhões de pessoas conectadas, pela primeira vez.
A obscuridade ajudou com que a internet florescesse livre de restrições regulamentares e comerciais, que podem desestimular ou mesmo proibir experimentação.
"Durante a maior parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela", disse Zittrain. "Isso deu tempo para que ela se provasse funcional e criasse raízes."
Até mesmo o fluxo livre de pornografia levou a inovações na rede, como os pagamentos de cartão de crédito, o vídeo on-line e outras tecnologias, hoje bastante difundidas no uso geral.
"Ao permitir o acesso ilimitado, mil flores florescem", diz Kleinrock, o inventor da rede em 1969, que é professor da Universidade da Califórnia desde 1963. "Uma coisa que você pode prever sobre a internet é que você vai se surpreender com aplicativos que não esperava."
Esse idealismo, entretanto, está se dissolvendo.
A disputa entre Google e Apple mostra algumas dessas barreiras. A Apple, com seu iPhone, restringe os softwares que podem ser colocados no smartphone. Recentemente, a empresa de Steve Jobs bloqueou o aplicativo para o Google Voice, dizendo que ele é muito pesado para o iPhone. Céticos, contudo, sugerem que se trata de um movimento do Google para competir no serviço de celulares inteligentes.
Entre desktops, o governo dos EUA trabalha com o conceito de "neutralidade na internet". Na prática, significa que um provedor de serviços pode não trafegar certas formas de dados como outros.
Mesmo que os prestadores de serviços não interfiram ativamente com o tráfego, podem desencorajar o uso dos consumidores irrestrito da internet com limites no uso de dados mensais. Alguns provedores de acesso estão testando limites drasticamente mais baixos ---que poderiam significar um custo adicional para assistir a um filme on-line de qualidade.
"Você está menos propenso a experimentar as coisas", diz Vint Cerf, um dos fundadores da Internet. "Porque ninguém quer uma fatura surpreendente no final do mês."
Vídeos divertidos não estavam na mente de Len Kleinrock e sua equipe da Universidade da Califórnia, quando começaram os testes daquilo que, em 40 anos, se tornaria a internet. Tampouco as redes sociais eram pensadas, ou a maioria de outros aplicativos cujo uso fácil atrai mais de um bilhão de pessoas on-line.
Em outro viés, os pesquisadores procuraram criar uma rede aberta para a troca livre de informações --uma abertura que, em última instância, estimulou a inovação que mais tarde iria criar sites como YouTube, Facebook e a própria World Wide Web.
Há ainda muito espaço para inovação atualmente --mesmo que a noção de "abertura" esteja ruindo. Embora a internet esteja disponível de forma mais ampla e rápida do que nunca, as barreiras artificiais ameaçam a continuidade do seu crescimento. Em outras palavras, uma crise de meia-idade.
Muitos fatores são culpados. Spam e ataques de piratas virtuais forçam os operadores de rede para erguer barreiras de segurança. Regimes autoritários bloqueiam o acesso a muitos sites e serviços dentro de suas fronteiras.
"Há mais liberdade ao usuário típico de internet para jogar, para se comunicar, fazer compras --mais oportunidades do que nunca", afirma Jonathan Zittrain, professor de direito e cofundador da Harvard's Berkman Center for Internet & Society. "Por outro lado, que é preocupante, existem algumas tendências de longo prazo que estão fazendo com que seja muito mais possível o controle [da informação]".
Retrospecto
A década de 1970 trouxe comunicações por e-mail e os protocolos TCP/IP --inovações que permitiram a conexão de várias redes e que, por sua vez, formaram a internet. Os anos 1980 deram origem a um sistema de endereçamento com sufixos como ".com" e ".org", aos endereços de rede, cujo uso é amplamente difundido atualmente.
A internet não se tornou uma palavra corriqueira até os anos 1990. Porém, depois que um físico britânico Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web (subconjunto da internet que facilita a ligação de recursos por meio de posições diferentes). Enquanto isso, prestadores de serviços como o America Online colocaram milhões de pessoas conectadas, pela primeira vez.
A obscuridade ajudou com que a internet florescesse livre de restrições regulamentares e comerciais, que podem desestimular ou mesmo proibir experimentação.
"Durante a maior parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela", disse Zittrain. "Isso deu tempo para que ela se provasse funcional e criasse raízes."
Até mesmo o fluxo livre de pornografia levou a inovações na rede, como os pagamentos de cartão de crédito, o vídeo on-line e outras tecnologias, hoje bastante difundidas no uso geral.
"Ao permitir o acesso ilimitado, mil flores florescem", diz Kleinrock, o inventor da rede em 1969, que é professor da Universidade da Califórnia desde 1963. "Uma coisa que você pode prever sobre a internet é que você vai se surpreender com aplicativos que não esperava."
Esse idealismo, entretanto, está se dissolvendo.
A disputa entre Google e Apple mostra algumas dessas barreiras. A Apple, com seu iPhone, restringe os softwares que podem ser colocados no smartphone. Recentemente, a empresa de Steve Jobs bloqueou o aplicativo para o Google Voice, dizendo que ele é muito pesado para o iPhone. Céticos, contudo, sugerem que se trata de um movimento do Google para competir no serviço de celulares inteligentes.
Entre desktops, o governo dos EUA trabalha com o conceito de "neutralidade na internet". Na prática, significa que um provedor de serviços pode não trafegar certas formas de dados como outros.
Mesmo que os prestadores de serviços não interfiram ativamente com o tráfego, podem desencorajar o uso dos consumidores irrestrito da internet com limites no uso de dados mensais. Alguns provedores de acesso estão testando limites drasticamente mais baixos ---que poderiam significar um custo adicional para assistir a um filme on-line de qualidade.
"Você está menos propenso a experimentar as coisas", diz Vint Cerf, um dos fundadores da Internet. "Porque ninguém quer uma fatura surpreendente no final do mês."
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Próxima versão do Office para Mac virá com Outlook
A Microsoft vai, finalmente, levar o cliente de correio eletrônico Outlook para a plataforma Mac na próxima versão do Office, prevista para lançamento no final de 2010. Até então, usuários dos computadores da Apple precisavam usar o Entourage, um aplicativo similar da Microsoft para organizar seus e-mails, agenda e calendário.
O Outlook para Mac deve ampliar os recursos de integração com a plataforma Exchange, que gerencia e-mails, contatos, agenda e calendários de usuários corporativos. O programa, de acordo com a unidade de negócios Mac da Microsoft, será feito a partir do zero, com um novo sistema de banco de dados e recursos de acesso limitado a determinadas informações no programa.
Enquanto o Office 2010 não sai, a Microsoft anunciou hoje uma nova versão do Office 2008 para Mac, chamada "Business Edition", com novos recursos que já devem aumentar a integração com Exchange ("Entourage 2008 Web Services Edition") e o Document Connection for Mac, um programa que ajuda a compartilhar informações nas plataformas SharePoint e Office Live Workspace da Microsoft.
Essa versão corporativa será vendida nos Estados Unidos a partir de setembro por US$ 399,95 e complementa as versões Home e Student, já existentes.
O Outlook para Mac deve ampliar os recursos de integração com a plataforma Exchange, que gerencia e-mails, contatos, agenda e calendários de usuários corporativos. O programa, de acordo com a unidade de negócios Mac da Microsoft, será feito a partir do zero, com um novo sistema de banco de dados e recursos de acesso limitado a determinadas informações no programa.
Enquanto o Office 2010 não sai, a Microsoft anunciou hoje uma nova versão do Office 2008 para Mac, chamada "Business Edition", com novos recursos que já devem aumentar a integração com Exchange ("Entourage 2008 Web Services Edition") e o Document Connection for Mac, um programa que ajuda a compartilhar informações nas plataformas SharePoint e Office Live Workspace da Microsoft.
Essa versão corporativa será vendida nos Estados Unidos a partir de setembro por US$ 399,95 e complementa as versões Home e Student, já existentes.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Campanha Comercial Get a Mac
O filme “Stacks” destaca as capacidades da tecnologia de reconhecimento facial embutida no software iPhoto, da Apple, distribuído gratuitamente nos computadores Macintosh novos.
Em “Time Traveler” (”Viajante do Tempo”) o PC vai para o futuro, no ano 2150, para ver se o Windows funciona e constata que não.
Em “Time Traveler” (”Viajante do Tempo”) o PC vai para o futuro, no ano 2150, para ver se o Windows funciona e constata que não.
Apple golpeia Microsoft em quatro novos comerciais da campanha Get a Mac
As novas peças publicitárias têm como alvo direto o sistema operacional Windows, da Microsoft, e os vários problemas que ele inflige a seus usuários.
A Apple acaba de lançar quatro novas peças publicitárias integrantes de sua premiada campanha Get a Mac. As peças já estão em exibição nos canais de TV aberta e a cabo dos EUA.
Os novos comerciais têm como alvo direto o sistema operacional Windows, da Microsoft, e os vários problemas que ele inflige a seus usuários.
O filme “Biohazard Suit” (”Roupa Contra Risco Biológico”, em tradução livre) destaca a inerente insegurança do Windows diante da miríade de novas ameaças surgidas dia após dia.
O filme “Legal Copy” (”Cópia Legal”) aponta o fato de que cada cópia do Windows requer extensas notas de negação de responsabilidade (”disclaimers”) e qualificações legais para seu uso.
As novas peças publicitárias têm como alvo direto o sistema operacional Windows, da Microsoft, e os vários problemas que ele inflige a seus usuários.
A Apple acaba de lançar quatro novas peças publicitárias integrantes de sua premiada campanha Get a Mac. As peças já estão em exibição nos canais de TV aberta e a cabo dos EUA.
Os novos comerciais têm como alvo direto o sistema operacional Windows, da Microsoft, e os vários problemas que ele inflige a seus usuários.
O filme “Biohazard Suit” (”Roupa Contra Risco Biológico”, em tradução livre) destaca a inerente insegurança do Windows diante da miríade de novas ameaças surgidas dia após dia.
O filme “Legal Copy” (”Cópia Legal”) aponta o fato de que cada cópia do Windows requer extensas notas de negação de responsabilidade (”disclaimers”) e qualificações legais para seu uso.
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