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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Os 10 melhores aplicativos para iPhone



Quem compra um  iPhone pela primeira vez certamente não sabe quais são os melhores aplicativos para se baixar inicialmente. Pensando nisso, fiz essa lista com os principais apps, que darão muito mais vida para seu iPhone (ou iPad).

 
1º Tomtom Brazil
Não consigo viver sem esse GPS em meu iPhone. Sua precisão é muito boa e graças ao MapShare, seu mapa está sempre atualizado com base no feedback dos usuários.
O único problema é que consome muita bateria. Por isso, recomendo que mantenha o iPhone ligado a porta USB do som ou do carro, ou ao acendedor de cigarros.


2º - Skype
Sem dúvida o melhor mensageiro para iPhone. Permite conversas com voz e video, além de troca de imagens e texto. Pode-se conversar gratuitamente de Skype para Skype ou discar para telefones pagando tarifas muito baixas.

3º - Facebook
Por ser a rede social mais acessada do momento, o Facebook merece destaque. O app oferece grande parte dos recursos presentes na versão Web. A versão atual do aplicativo melhorou muito, mas ainda consome muita memória e bateria.

3º - Viber
Excelente comunicador gratuito. Oferece integração com a agenda do iPhone e automaticamente identifica outros usuários do Viber, permitindo assim o envio de msg, arquivos e conversação por voz com seus contatos com iOS (iPhone, iPad) e do Android, com ótima qualidade.


4º - Youtube
O aplicativo vinha no iPhone até o iOS 5, mas foi retirado na versão 6.0. Apesar disso, a Google disponibilizou o app do maior portal de videos do mundo na AppStore e ele pode ser baixado de graça.


5º - Dropbox
Uma das melhores formas de fazer backup dos dados de seu iPhone. Permite armazenar as fotos, videos e outros arquivos. Também pode ser utilizado como forma de intercâmbio de arquivos do iPhone/ iPAD para o PC/ MAC e vice-versa.

6º - Whatsapp
Bom aplicativo. Muito popular entre os usuários do Android. Permite o envio de msgs e arquivos entre usuários. O Whatsapp identifica automaticamente os contatos da sua lista que também o utilizam.


7º - Instagram
Use filtros para suas fotos ficarem ainda mais bonitas e compartilhe-as com esse aplicativo. O Instagram também permite compartilhamento de fotos com o Facebook.


8º - Google Maps
Este é um app quebra-galho, para quem não tem um aplicativo de GPS pago, mas infelizmente não está presente na versão 6.0 do iOS e nem há como fazer seu download. A única opção é acessar o Google Maps via navegador.


9º - Pages
O aplicativo Pages da Apple permite editar textos .doc, .docx, .rtf, etc... É um editor de textos, com um gráfico muito bom e boa usabilidade.



10º - MSN Messenger

Coloquei em último lugar, pois a Microsoft está substituindo o MSN Messenger pelo Skype e em breve ele deixará de existir, mas ainda muita gente o utiliza. Consome muita memória e apresenta muitos travamentos e com isso o aplicativo fecha sozinho... Algo normal para o padrão Microsoft....



Downloads em http://iphonesking.blogspot.com

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Opera 10 Turbo é lançado em batalha contra Google e Apple

A norueguesa Opera Software lançou nesta terça-feira uma nova versão do seu navegador, o Opera 10, prometendo downloads mais rápidos. A Opera disputa a posição de terceira maior produtora de browsers com o Chrome, do Google, e o Safari, da Apple, mas está muito atrás da Microsoft e da Mozilla Foundation.

A fabricante informou que o novo navegador é significativamente mais rápido em páginas com muito recursos, como o Facebook. A Opera afirmou que a função Turbo para conexões lentas, que empacota páginas da web, torna o navegador até oito vezes mais rápido que os concorrentes em velocidades de acesso mais lento à web.

"Nós trabalhamos muito na tecnologia Opera Turbo e também fizemos importantes melhorias na estabilidade geral do produto. Este é o navegador Opera mais estável até agora", informou a companhia.

As produtoras de software normalmente lançam várias versões sucessivas de teste dos seus navegadores para que possam incorporar a reação do usuário em uma série de melhorias antes do lançamento final. A Microsoft apresentou seu último navegador IE8 em março, após um ano de testes com o público. A Opera lançou uma versão teste do navegador em 3 de junho.

O Internet Explorer, da Microsoft, é usado em cerca de 60% do tráfego global na internet, enquanto o Firefox, da Mozilla, responde por quase 30%. O uso do Opera, do Google Chrome e da Apple gira em torno de 3% cada, segundo a empresa de pesquisa StatCounter.

A Opera tem uma participação menor no mercado global de navegadores de desktops, mas seu produto é o mais popular em países como a Rússia ou Ucrânia. Além disso, o navegador móvel da companhia é o mais amplamente adotado em celulares.

O Opera 10 pode ser baixado a partir do endereço www.opera.com/browser/download/

Internet chega aos 40 anos com ameaças a seu crescimento

Poucos prestavam atenção, em 2 de setembro de 1969, quando cerca de 20 pessoas se reuniram no laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia (EUA), para assistir dois computadores passando volumosos dados de teste sem sentido por meio de um cabo cinza, cujo comprimento era de mais ou menos 15 metros.

Vídeos divertidos não estavam na mente de Len Kleinrock e sua equipe da Universidade da Califórnia, quando começaram os testes daquilo que, em 40 anos, se tornaria a internet. Tampouco as redes sociais eram pensadas, ou a maioria de outros aplicativos cujo uso fácil atrai mais de um bilhão de pessoas on-line.

Em outro viés, os pesquisadores procuraram criar uma rede aberta para a troca livre de informações --uma abertura que, em última instância, estimulou a inovação que mais tarde iria criar sites como YouTube, Facebook e a própria World Wide Web.

Há ainda muito espaço para inovação atualmente --mesmo que a noção de "abertura" esteja ruindo. Embora a internet esteja disponível de forma mais ampla e rápida do que nunca, as barreiras artificiais ameaçam a continuidade do seu crescimento. Em outras palavras, uma crise de meia-idade.

Muitos fatores são culpados. Spam e ataques de piratas virtuais forçam os operadores de rede para erguer barreiras de segurança. Regimes autoritários bloqueiam o acesso a muitos sites e serviços dentro de suas fronteiras.

"Há mais liberdade ao usuário típico de internet para jogar, para se comunicar, fazer compras --mais oportunidades do que nunca", afirma Jonathan Zittrain, professor de direito e cofundador da Harvard's Berkman Center for Internet & Society. "Por outro lado, que é preocupante, existem algumas tendências de longo prazo que estão fazendo com que seja muito mais possível o controle [da informação]".



Retrospecto

A década de 1970 trouxe comunicações por e-mail e os protocolos TCP/IP --inovações que permitiram a conexão de várias redes e que, por sua vez, formaram a internet. Os anos 1980 deram origem a um sistema de endereçamento com sufixos como ".com" e ".org", aos endereços de rede, cujo uso é amplamente difundido atualmente.

A internet não se tornou uma palavra corriqueira até os anos 1990. Porém, depois que um físico britânico Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web (subconjunto da internet que facilita a ligação de recursos por meio de posições diferentes). Enquanto isso, prestadores de serviços como o America Online colocaram milhões de pessoas conectadas, pela primeira vez.

A obscuridade ajudou com que a internet florescesse livre de restrições regulamentares e comerciais, que podem desestimular ou mesmo proibir experimentação.
"Durante a maior parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela", disse Zittrain. "Isso deu tempo para que ela se provasse funcional e criasse raízes."

Até mesmo o fluxo livre de pornografia levou a inovações na rede, como os pagamentos de cartão de crédito, o vídeo on-line e outras tecnologias, hoje bastante difundidas no uso geral.
"Ao permitir o acesso ilimitado, mil flores florescem", diz Kleinrock, o inventor da rede em 1969, que é professor da Universidade da Califórnia desde 1963. "Uma coisa que você pode prever sobre a internet é que você vai se surpreender com aplicativos que não esperava."

Esse idealismo, entretanto, está se dissolvendo.

A disputa entre Google e Apple mostra algumas dessas barreiras. A Apple, com seu iPhone, restringe os softwares que podem ser colocados no smartphone. Recentemente, a empresa de Steve Jobs bloqueou o aplicativo para o Google Voice, dizendo que ele é muito pesado para o iPhone. Céticos, contudo, sugerem que se trata de um movimento do Google para competir no serviço de celulares inteligentes.

Entre desktops, o governo dos EUA trabalha com o conceito de "neutralidade na internet". Na prática, significa que um provedor de serviços pode não trafegar certas formas de dados como outros.

Mesmo que os prestadores de serviços não interfiram ativamente com o tráfego, podem desencorajar o uso dos consumidores irrestrito da internet com limites no uso de dados mensais. Alguns provedores de acesso estão testando limites drasticamente mais baixos ---que poderiam significar um custo adicional para assistir a um filme on-line de qualidade.

"Você está menos propenso a experimentar as coisas", diz Vint Cerf, um dos fundadores da Internet. "Porque ninguém quer uma fatura surpreendente no final do mês."

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cópias do Office 2010 vazam em sites de compartilhamento de arquivos

A nova versão do Office 2010, pacote de produtividade da Microsoft que foi lançado nesta segunda-feira (13/7) já tem sido distribuída em sites de compartilhamento de arquivos na internet.
Em uma pesquisa feita no domingo (12/7), diversos sites de torrent, incluindo o buscador Mininova.org, oferecem a versão 14.0.4302.1000 do Office 2010, tanto nas edições de 32 bits como de 64 bits.
Na madrugada desta segunda-feira, sites de compartilhamento contavam 30 usuários oferecendo cópias do Office 2010 e 400 fazendo o download de partes do programa. Cerca de 1.200 cópias foram baixadas.
O Office 2010 já vazou na internet em maio, uma semana antes do anúncio de uma versão técnica prévia do pacote pela Microsoft. A versão final do produto está prevista para a primeira metade de 2010.
De acordo com diversas fontes e sites de tecnologia, a Microsoft lançou a versão do Office 2010 a um grupo restrito de convidados nesta segunda-feira durante o evento Worldwide Partner Conference (WPC), em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Além disso, a empresa deve apresentar uma versão do Office Web - pacote de produtividade mais leve com versões online dos programas Word, Excel, PowerPoint e OneNote - para concorrer com o Google Apps.
A versão do Office 2010 será oferecida somente a convidados. O anúncio antecede o lançamento da versão beta do pacote, que será distribuída no final do ano.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Google lança recurso que filtra imagens por direitos autorais

O Google lançou na quinta-feira (9/7) um recurso em seu buscador que permite aos usuários pesquisarem por imagens de acordo com seus direitos autorais.
O filtro pode encontrar imagens que têm tags para as diversas licenças de uso do sistema Creative Commons, GNU Free Documentation e as que são de domínio público.
Para usar o recurso, os internautas devem usar a pesquisa avançada de imagens do Google. Sob a opção “Usage rights”, é possível selecionar qual tipo de licença o usuário busca, restringindo os resultados à sua escolha.
As opções incluem tags para reutilização – comercial ou não – e reutilização que permite modificações no arquivo original.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Google lança banco de dados para rivalizar com Oracle, IBM e Microsoft

Fusion Tables é banco de dados online com nova tecnologia que uniformiza diversos tipos de dados e promete economia àsempresas.

O Google lançou silenciosamente, na terça-feira (9/6), um novo banco de dados online chamado Fusion Tables, com o objetivo de revolucionar o gerenciamento de dados.

A idéia é driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing<http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/15/saiba-quais-dados-voce-pode-levar-para-a-cloud-computing/>,simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.
“Sem um jeito fácil de oferecer acesso a todos os colaboradores ao mesmo servidor, os dados são copiados e enviados por e-mail e FTP, resultando em várias versões que saem de sintonia rapidamente”, diz o anúncio do Google<http://googleresearch.blogspot.com/2009/06/google-fusion-tables.html>.

O Fusion Tables também oferece uma tecnologia de espaço de dados, conceito que existe desde os anos 90 e o Google, percebendo seu potencial, o desenvolve desde a compra da Transformic, em 2005, que é uma pioneira da tecnologia.

O esquema de 'espaço de dados' tenta resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam muito em dinheiro e esforços paratorná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.

Os 'espaços de dados' preveem um sistema que cria um índice para oferecer acesso a dados de vários tipos e formatos, resolvendo o problema que o Google chama de “Torre de Babel”.

A tecnologia permite que o Google inclua, nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta‘dimensão’ de atualizações em tempo real.

“Agora temos um espaço com quatro dimensões onde podemos incluir novas perguntas para criar novos produtos e oportunidades de marketing”, diz o anúncio. “Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisas.”

O Fusion Tables é uma versão prévia do produto, e carrega a marca “Labs” de produto experimental do Google.

Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/06/12/google-lanca-base-de-dados-para-rivalizar-com-oracle-ibm-e-microsoft/

terça-feira, 29 de julho de 2008

Google faz investida no mercado de tecnologia empresarial do Brasil

Gigante da internet faz parcerias locais para lucrar com segmento de softwares empresariais

O Google anunciou recentemente a sua nova estratégia para aumentar a presença da unidade Enterprise, responsável pela venda de tecnologia para empresas, no Brasil. Para isso, fechou três acordos com distribuidores e revendas locais.
A joint venture Apontador Maplink comercializará o Maps API Premier, versão empresarial do Google Maps, com contrato de garantia de nível de serviço e suporte, por preços a partir de US$ 16 mil. O produto é destinado a grandes bancos, redes de varejo, montadoras, empresas de seguro, rastreadoras de veículos, operadoras de telefonia fixa e móvel, etc..
Já a empresa Spread ficará responsável pela comercialização do Google Apps Premier Edition, pacote de produtividade pessoal para empresas. A suíte de aplicativos online, que inclui editor de textos, planilhas e gestão de conteúdo, além de e-mail personalizado para empresas, custa a partir de US$ 74,00 por usuário/ano.
Por sua vez, a distribuidora Westcon vai trabalhar com o Google Search Appliance (GSA) e o Mini, sistemas de busca de informações e documentos dentro das redes empresariais. A companhia será responsável por oferecer assistência técnica aos produtos. O Search Appliance tem preço a partir de US$ 70 mil (para até 500 mil documentos). Já o Google Mini é vendido a partir de US$ 7,5 mil (para até 50 mil documentos).