domingo, 24 de outubro de 2010
61% das empresas brasileiras apostam em cloud computing
A Alog, empresa de data Center, anunciou preparação para o lançamento de um novo serviço em nuvem. Denominada de “Cloud Alog Corporativa”, a tecnologia consumiu investimentos de R$ 3 milhões.
A empresa traz ao mercado essa nova oferta onde infraestrutura é entregue como serviço (IaaS). "Diferente das clouds existentes no mercado, na Alog as empresas podem montar seu ambiente combinando recursos em servidores físicos e na cloud, e ainda contar com total integração de todo o portfólio de serviços da empresa", afirma o diretor de processos e produtos da Alog, Victor Arnaud.
Segundo ele, o objetivo é ajudar as companhias nacionais a adotarem as melhores práticas de TI, aproveitando todo o potencial da computação em nuvem, sem desconsiderar a sua infraestrutura de TI já existente. “Por isso, a segurança é um fator fundamental na Cloud Alog Corporativo onde o ambiente virtual do cliente é devidamente isolado e seguro dos outros ambientes e integrados quando necessário”, ressalta.
Clouds privadas já fazem parte da realidade de algumas empresas. A estimativa é que, nos próximos dois anos, os ambientes de TI utilizarão cada vez mais soluções baseadas em nuvem, privada ou compartilhada, compondo ambientes híbridos quando necessário.
De acordo com uma pesquisa da Frost & Sullivan sobre o uso de cloud computing, o segmento de grandes empresas deve ampliar os níveis de adoção de cloud computing no Brasil até 2012. A pesquisa ouviu 50 empresas brasileiras com faturamento superior a US$ 50 milhões. Segundo o estudo, 61% destas que planejam investir na nova tecnologia, pretendem adotar clouds privadas. "Acreditamos que as companhias do mercado investirão cada vez mais em serviços, em vez de equipamentos e software. Será uma grande mudança para o mercado", afirma Arnaud. Fonte: IP News
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Oracle revela pacote para computação em nuvem
O presidente-executivo da companhia, Larry Ellison, abriu a conferência anual da Oracle no domingo revelando o Exalogic, equipamento que combina tecnologia de servidor, armazenagem de dados e rede com software da empresa.
A Oracle compete com a gigante europeia SAP e com a IBM nos mercados de software e produtos de bancos de dados.
domingo, 9 de maio de 2010
Egito lança primeiro domínio na internet em árabe
"Lançar domínios em árabe é um marco na história da internet", afirmou o ministro Tarek Kamel, em nota.
"Este grande passo abrirá novos horizontes para serviços online no Egito. Isso aumentará o número de usuários no país e permitirá que os serviços via internet cheguem a novos segmentos de mercado por meio da eliminação de barreiras linguísticas."
O domínio.misr --que significa Egito, em árabe, e que será escrito em caracteres locais-- será registrado nos provedores de Internet TE Data, Vodafone Data e Link Registrar, segundo comunicado.
Analistas dizem que o conteúdo árabe responde por apenas 1% do total disponível na web.
Internet passa a ter endereços em outros alfabetos
Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos são alguns dos primeiros países a anunciar os chamados "códigos do país" no alfabeto arábico.
A mudança técnica implementada pela Icann também permitirá o uso de caracteres tailandês, chinês e tâmil. Mais de 20 países requisitaram aprovação de domínios nacionais à Icann.
Os domínios estariam "disponíveis para uso imediato", mas a organização admite que ainda deve levar algum tempo até que todos os alfabetos funcionem corretamente, embora isso tenha sido classificado como "formalidades".
A mudança foi classificada como "histórica" pelo presidente da Icann, Rod Beckstrom. A instituição trabalha há anos para implementar essa mudança. Anteriormente, os endereços de websites podiam utilizar alguns caracteres não-latinos, mas os códigos de países, como ".eg" para o Egito, tinham que ser escritos com caracteres latinos.
"Todos os domínios arábicos vão permitir a escrita completa dos nomes da direita para a esquerda", afirmou Kim Davies, também da Icann, em um blog.
Um dos primeiros sites a adotar o endereço completo em arábico foi o do ministério das Comunicações do Egito.
No entanto, países como China e Tailândia já tinham implementado mecanismos para driblar a dificuldade, permitindo que tudo fosse escrito no alfabeto local. Mas as soluções não eram aprovadas internacionalmente nem funcionavam em todos os computadores.
A Icann alertou nesta quinta-feira que os nomes de domínio internacionalizados (IDN, na sigla em inglês) tampouco devem funcionar em todos os computadores. Para isso, é preciso que o usuário tenha instalados os alfabetos em seu computador.
Teste: Ubuntu 10.04 gasta mais energia que o Windows 7
As máquinas foram um netbook ASUS EeePC 1201N, com processador Atom e aceleradora NVIDIA GeForce 9400M (combinação conhecida como "Ion") e um notebook Intel Thinkpad T61 com um processador Intel Core 2 Duo T9300 e aceleradora 3D NVIDIA Quadro NVS 140M.
Rodando o Ubuntu, o consumo de energia do EeePC foi até 65% maior (33 Watts) do que a mesma máquina com o Windows 7 (20 Watts), em ambos os casos usando drivers de vídeo oficiais da NVIDIA. Já no Thinkpad a diferença foi menor, 14% com os drivers padrão de cada sistema operacional, e 9% com os drivers da NVIDIA. Em todos os testes, a medição de consumo foi feita com o sistema "parado", no desktop padrão, sem nenhum outro aplicativo em execução.
O site atribui a diferença à forma como o gerenciamento de energia é implementado nos drivers de vídeo no Linux, o que faria a GPU consumir muito mais do que o realmente necessário em dado momento.
Com HTML5, Microsoft lança versão prévia do Internet Explorer 9
A nova versão traz algumas melhorias na velocidade, mais modelos de suporte e mais aceleração do browser, que é arquitetado a partir do padrão HTML5 (responsável pela organização e formatação das páginas de internet).
Para baixar o TestDrive, é preciso ter Windows Vista ou 7.
Ainda de acordo com o site, a principal melhoria do navegador --e ponto nevrálgico das versões anteriores-- é a velocidade, cuja medição é parelha com os navegadores mais velozes do mercado.
O IE9 é mais rápido, reproduz as páginas de acordo com os padrões, suporta HTML5 e vai ajudar a mover a internet adiante.
sábado, 24 de abril de 2010
Comparação: EJB 3 versus Spring - Qual utilizar?
O objetivo dos frameworks é esconder a complexidade dos desenvolvedores (como, por exemplo, controle de transações, segurança e persistência), facilitar o reúso de código, melhorar a produtividade e conseqüentemente melhorar a qualidade do software. E neste ponto podemos dizer que tanto Spring quanto o EJB 3 cumprem muito bem este objetivo.
O que podemos dizer então sobre os dois frameworks:
- O framework Spring é um framework popular, Open Source e é desenvolvido inicialmente pela empresa Interface21 Inc. Sua arquitetura é baseada principalmente em arquivos de configuração XML. O framework Spring não é um padrão de mercado e não possui apoio de grandes empresas como IBM, Oracle e Sun.
- O framework EJB 3 é um padrão de mercado definido pela JCP e é suportado pelas maiores empresas que utilizam J2EE. Possuem implementações disponíveis pelas empresas Jboss e Oracle. EJB 3 faz forte uso de anotações disponíveis a partir de Java 5. As versões anteriores de EJB se mostraram pouco produtivas e complicadas, o que foi modificado na versão 3 do framework.
Uma vantagem que vejo é o fato de EJB 3 ser independente de empresas. Como exemplo disto, temos o fato do Oracle usar o TopLink como implementação da especificação JPA e o JBoss ter como implementação o Hibernate.
Por outro lado temos que podemos rodar o Spring em qualquer servidor de aplicação, mas pelo fato do Spring não ser um padrão da indústria estamos travados ao Spring e os serviços fornecidos por ele.
Outra vantagem do EJB 3 é o fato de como o framework está fortemente acoplado com o servidor, estes servidores podem melhorar suas performance atuando em conjunto com o framework. A integração entre JTA e JPA com os servidores é bem alta o que faz com que os servidores sejam extremamente otimizados para este tipo de operação com EJB3.
Uma vantagem do Spring seria a facilidade de utilizar a injeção de quaisquer componentes. Com EJB 3 só se possui controle dos componentes que são Beans do EJB e também do contexto de persistência.
Com relação a XML ou anotação, temos EJB 3 utilizando preferencialmente anotações e Spring utilizando preferencialmente XML. Isto, podemos dizer que é a gosto do freguês. Particularmente prefira a anotações por ser menos verboso, mais robusto, além de possuir verificação de consistência em tempo de compilação.
Como conclusão, temos que ambos, são ótimos frameworks, sendo que cada um deles possui suas vantagens. Particularmente em um projeto novo decidiria pelo EJB 3 devido ao maior suporte das grandes empresas e por ser um padrão.
